Sombrio, charmoso, estranho. "A Lenda de Ochi" faz você voltar um pouco para os anos 80, com uma daquelas aventuras de fantasias que passava nas Sessão da Tarde da vida, onde a gente ficava feliz e esparramado no sofá assistindo.
Dirigido por Isaiah Saxon em sua estreia em longas, o filme é mais uma produção da A24 que insiste em fazer filmes diferentes e que saía um pouco do estilo de produção cheia de CGI que empesteia o cinema de hoje. O animatronic volta em grande estilo para dar vida a personagens impossíveis, como se fazia décadas atrás. E o resultado é um filme com uma história simples e despretensiosa, coisa que era comum na época.
O filme conta a história de Yuri (Helena Zengel), uma jovem filha de Maxim (Willem Dafoe), um severo líder que vive em constante conflito com os Ochi, criaturas mágicas e de aparência primata da floresta. Onde ela desafia as regras de isolamento ao resgatar um filhote de Ochi ferido.
A jornada de Yuri pra devolver a criatura à sua família nas montanhas é daquelas velhas histórias sobre descoberta e amadurecimento, onde a ruptura dos preconceitos familiares e comunitários, são o motor da personagem que mostra que você precisa ser você mesmo, quebrar as regras e se libertar para ser feliz. É um parachoque de caminhão em forma de filme, coisa rara.
O maior trunfo de "A Lenda de Ochi" é a sua estética artesanal. O diretor usa um animatrônico incrível para dar vida a criatura, com detalhes orgânicos que faz você nãos saber que tipo de efeito ele usa nas cenas. A fotografia leva a gente para um mundo de sonhos, utilizando luz natural das belissimas paisagens da Romênia que dão ao filme um charme retrô, sombrio e lúdico.
Helena Zengel (Yuri) entrega uma atuação contida, mas poderosa, carregando o peso da curiosidade e da rebeldia juvenil. Willem Dafoe (Maxim) dispensa cometaruis, a Lenda de ator, brilha no papel do pai, que representa o lado humano critico e cheio ze crenças, em contraponto ao mundo mágico, que A filha representa. A dinâmica entre Yuri e o Ochi é o coração do filme, com uma amizade fofa, que lembra muita coisa boa.
Um bom filme, mas carece demais aventura. "A Lenda de Ochi" é daqueles que esteticamente são impecáveis, bons efeitos visuais, fotografia deslumbrante e cara de Indie que pode acontecer. O problema é que a trama não se desenrola bem e o roteiro genérico impede o filme de ser uma boa aventura. Fica claro que na ânsia de virar um Indie clássico, o filme não consegue estabelecer uma conexão da protagonista com o bichinho em relação a quem assiste. Uma pena, que não chega a ser um desastre, mas poderia render muito mais.
É bonitinho, mas ordinário, justo porque preferiu uma abordagem visual rebuscada ao invés de ter um roteiro coeso. . Me segue nos meus perfis @instacinecriticas do Instagram e leia a crítica completa e várias curiosidades na seção de Notícias do Filmow!
Filme puro onde os atores se entregam de corpo e alma, Dafoe maravilhoso como sempre.
LINDOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOWWWW
Sombrio, charmoso, estranho. "A Lenda de Ochi" faz você voltar um pouco para os anos 80, com uma daquelas aventuras de fantasias que passava nas Sessão da Tarde da vida, onde a gente ficava feliz e esparramado no sofá assistindo.
Dirigido por Isaiah Saxon em sua estreia em longas, o filme é mais uma produção da A24 que insiste em fazer filmes diferentes e que saía um pouco do estilo de produção cheia de CGI que empesteia o cinema de hoje. O animatronic volta em grande estilo para dar vida a personagens impossíveis, como se fazia décadas atrás. E o resultado é um filme com uma história simples e despretensiosa, coisa que era comum na época.
O filme conta a história de Yuri (Helena Zengel), uma jovem filha de Maxim (Willem Dafoe), um severo líder que vive em constante conflito com os Ochi, criaturas mágicas e de aparência primata da floresta. Onde ela desafia as regras de isolamento ao resgatar um filhote de Ochi ferido.
A jornada de Yuri pra devolver a criatura à sua família nas montanhas é daquelas velhas histórias sobre descoberta e amadurecimento, onde a ruptura dos preconceitos familiares e comunitários, são o motor da personagem que mostra que você precisa ser você mesmo, quebrar as regras e se libertar para ser feliz. É um parachoque de caminhão em forma de filme, coisa rara.
O maior trunfo de "A Lenda de Ochi" é a sua estética artesanal. O diretor usa um animatrônico incrível para dar vida a criatura, com detalhes orgânicos que faz você nãos saber que tipo de efeito ele usa nas cenas.
A fotografia leva a gente para um mundo de sonhos, utilizando luz natural das belissimas paisagens da Romênia que dão ao filme um charme retrô, sombrio e lúdico.
Helena Zengel (Yuri) entrega uma atuação contida, mas poderosa, carregando o peso da curiosidade e da rebeldia juvenil. Willem Dafoe (Maxim) dispensa cometaruis, a Lenda de ator, brilha no papel do pai, que representa o lado humano critico e cheio ze crenças, em contraponto ao mundo mágico, que A filha representa. A dinâmica entre Yuri e o Ochi é o coração do filme, com uma amizade fofa, que lembra muita coisa boa.
É um bom passatempo! Gostei se ter assistido!
Um bom filme, mas carece demais aventura. "A Lenda de Ochi" é daqueles que esteticamente são impecáveis, bons efeitos visuais, fotografia deslumbrante e cara de Indie que pode acontecer. O problema é que a trama não se desenrola bem e o roteiro genérico impede o filme de ser uma boa aventura. Fica claro que na ânsia de virar um Indie clássico, o filme não consegue estabelecer uma conexão da protagonista com o bichinho em relação a quem assiste. Uma pena, que não chega a ser um desastre, mas poderia render muito mais.
É bonitinho, mas ordinário, justo porque preferiu uma abordagem visual rebuscada ao invés de ter um roteiro coeso.
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Me segue nos meus perfis @instacinecriticas do Instagram e leia a crítica completa e várias curiosidades na seção de Notícias do Filmow!