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Na puritana cidade de Boston, a costureira Hester Prynne é punida por jogar no sábado, mas o pastor Arthur Dimmesdale tem pena dela. Os dois se apaixonam, mas a relação entre eles é proibida: Hester já é casada com Roger Prynne, um médico que está ausente há sete anos. Dimmesdale tem que ir embora para a Inglaterra e, quando ele volta, encontra Hester grávida de seu filho, sendo vítima da censura da cidade. Em uma cerimônia pública humilhante , ela é forçada a vestir a letra escarlate A - designando seu adultério - e usá-lo pelo resto de sua vida. Dimmesdale, então, é obrigado pelos seus superiores eclesiáticos a descobrir de Hester com quem ela pecou.
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Disparada a melhor versão sem pensar duas vezes.Sjostrom sempre melhora qualquer situação.Temos um dos grandes clássicos do cinema mudo e um dos grandes dramas daquela década.
>Assistido em 13 de Julho de 2023
Eu não conhecia a história nem da obra literária original e nem de outras versões cinematográficas e por isso me surpreendi com os rumos que ela tomou. O roteiro fala de intolerância, algo que infelizmente ainda é algo muito presente no mundo atual. Por vezes até me esquecia de se tratar de uma produção do cinema mudo de tão envolvente é a história e a forma como esta é conduzida pela direção que nunca deixa cair o seu bom ritmo, ainda mais tendo à frente do elenco uma atriz soberba como Lillian Gish. Um clássico atemporal.
(Obs: Em meio a tanto drama e romance a melhor cena para mim foi a cômica sequência da fofoqueira sendo castigada no final).
O início é ótimo e tem alguns toques de comédia e dá para cair algumas lágrimas . Depois o filme fica bom . Destaque para a expressão e o talento de Lillian Gish . Assisti primeiro a versão moderna com a Demy Moore o qual achei um pouco mais completo mais os 2 filmes empatam em minha opinião . Filme muito bom com o tema principal sendo o fanatismo religioso .
Faz uma crítica pesada à intolerância e fanatismo religioso mas como filme foi um dos poucos do Sjostrom que não me envolveu emocionalmente. Talvez o excesso de melodrama tenha me incomodado um pouco, em seus filmes anteriores ele é mais comedido.
Lillian Gish era a rainha do cinema mudo, apenas isso.