Dirigido por
Data de lançamento
28 Julho 1993Duração
Após lutar nas cruzadas, Robin de Locksley (Cary Elwes) é aprisionado e vai para a Prisão de Khalil em Jerusalém, mas escapa graças a ajuda de outro prisioneiro, Asneeze (Isaac Hayes), que lhe pede que cuide do seu filho, Ahchoo (David Chappelle), que está na Inglaterra. Robin promete e nada até seu país. Lá ele rapidamente encontra Ahchoo, que estava sendo agredido por guardas, o salva e descobre que sua família morreu e seus bens foram confiscados. Além disto fica sabendo que o Rei Ricardo (Patrick Stewart) não voltou das Cruzadas e que o país está sendo governado pelo despótico Rei João (Richard Lewis), com a ajuda do arbitrário Xerife de Rottingham (Roger Rees). Ele então se torna Robin Hood e reúne patriotas para lutar contra o rei e o xerife. Robin logo consegue uma aliada no palácio real quando se apaixona por Lady Marian (Amy Yasbeck), que se mantêm virgem graças à dedicação de Broomhilde (Megan Cavanagh), sua aia, e de um cinto de castidade que só pode ser aberto se eles se casarem. Mas antes de tudo Robin precisa derrotar seus inimigos.
Sem anúncios
Aproveite o melhor do Filmow sem interrupções
Em Robin Hood: Men in Tights (1993), lançado no Brasil como A Louca! Louca História de Robin Hood, eu vejo uma das paródias mais escancaradas e assumidamente bobas dirigidas por Mel Brooks, que além de comandar o filme ainda aparece em cena como o rabino Tuck. Pra mim é um filmaço, divertido demais, eu ri o tempo inteiro com as besteiras e com o ritmo acelerado de piada em cima de piada, sem medo nenhum de ser pastelão ou exagerado.
Ele brinca com o espírito clássico de The Adventures of Robin Hood, além de tirar sarro do próprio mito no cinema. Temos ainda piadas que remetem a The Godfather, naquela encenação mafiosa exagerada. Há também referências claras a Blazing Saddles, do próprio Brooks, especialmente no final, quando Ahchoo é eleito xerife, repetindo a ideia do personagem negro assumindo uma posição de autoridade numa cidade cheia de preconceitos, carregando esse espírito irreverente e provocador. Tem ainda uma referência a Malcolm X, na brincadeira visual e no discurso inflamado transformado em sátira, além de uma citação a Winston Churchill, usada de forma cômica.
O elenco, pra mim, é outro ponto forte. Eu acho que Cary Elwes segura muito bem como Robin Hood, com aquele ar de herói galã só que totalmente debochado. Richard Lewis como Príncipe John foi muito bem, sem ser aquele príncipe chato,
e aliás eu estranhei não ser ele que queria ficar com Marian.
Eu curto demais essa estrutura em que o personagem vai fazendo amigos na jornada, formando aquele grupo carismático que só aumenta o nível das piadas. Pra mim funciona porque cada novo integrante vira mais uma chance de brincar com estereótipos, expectativas e absurdos. E acho que esse tipo de paródia faz muita falta hoje em dia.
Assistido em 21/02/2026
14.04.1995
Sessão da tarde purin'!! 😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂
Mel Brooks tem talento pra fazer comédias e paródias de outros filmes, e mesmo esse aqui não estando entre suas melhores realizações, consegue ser um passatempo que diverte pela situações engraçadas vividas pelos personagens.
Engraçadinho!
É a verdadeira expressão de trabalho em equipe,logo no começo e que permeia o filme inteiro.
É uma paródia muito boa de todos os outros filmes de Hood e ótima pedida para ver quando se está triste,pois não tem como não dar risada.
Já começa com situações absurdas,como ele nadando de Jerusalém até a Inglaterra.
Adorei o castelo rolante,a apresentação musical,o boné boina do Atchim,o nome dele que foi ótimo,o Mervin (homenagem ao nome do diretor que é o rabino no filme),que fala errado quando está nervoso,a chamadinha do cavalo,a confusão na ponte com aquele riozinho,o lagarto caído,a explicação do nome Latrina,o aparelho de circuncisão,a verruga andante,o cinto de castidade,enfim,não tem como não gostar. Vejam!