O ano é 2030 e dois cientistas, Felix e Maxine, estão prestes a lançar no mercado sua última criação, Veronica, uma androide de prazer totalmente funcional. Infelizmente, a interferência prematura de um colega faz com que Veronica seja enviada de volta ao ano de 1998. Lá ela conhece Harry Horner e se torna uma modelo de lingerie para ajudar seu enfermo negócio de fetiche por catálogo. Logo Camilla, a competidora de Harry, descobre sobre Veronica e a rouba para fazer trabalhar para ela. Eventualmente, os dois cientistas localizam Veronica e viajam de volta a 1998 em uma tentativa de resgatá-la.
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A Máquina do Prazer é um filme da Surrender Cinema, que eu descobri que é um braço da Full Moon do Charles Band especializada em softcores, assim como a Torchlight Entertainment antes dela. Por isso tem uma cena bastante curiosa nesse filme onde Harry e Veronica estão comendo pizza e ele mostra a ela um bonequinho do Six-Shooter, aquele boneco cowboy de 6 braços da longeva franquia Puppet Master, que é produzida pelo Charles Band.
A Máquina do Prazer é um softcore bem legal com algumas cenas de sexo mais apimentadas para o gênero e muita briga de aranha. Gostei desse ! A versão que a Band exibiu é a sem cortes.
Temos rapazes com raparigas, raparigas com raparigas, rapazes com duas raparigas e assim por diante - com todas as cenas proporcionando grandes quantidades de corpos nus e emoções rasas. As breves cenas de enquadramento em 79 minutos são 06:10, 18:60, 23:55, 25:55, 30:12, 35:30, 40:06, 45:50, 48:00, 50:33, 55:57, 63:10, 67:00.
Temos alguns vislumbres de Julia, que é reconhecidamente atraente, com seus seios prontos para uso, suas duas pequenas tatuagens charmosas e cílios postiços em seus olhos. Agora, inevitavelmente, a câmera fica tímida em momentos cruciais.
A primeira evidencia é uma cena de dança tórrida com Julia, vestindo apenas uma meia de rede e um par de saltos altos. E mesmo que ela faça a cena The Girl Can Dance, isso termina em um piscar de olhos. As duas outras exibições são os poucos momentos quentes enquanto as garotas modelam algumas modas fetichistas.
Nikki Fritz interpreta uma mulher de negócios implacável fazendo negócios no banco de trás de sua limusine: dando ordens em seu telefone celular; sendo adorada por garanhões musculosos; aparecendo em um desfile de vestidos de estilistas do Oscar. Tudo, menos o que ela faz de melhor: ficar nua e aquecer a tela.
Há uma tentativa débil de uma cena de amor, onde Nikki aparece nua por um nano segundo antes que a tela se torne um preto.
A melhor opção é ver a versão sem cortes que acrescenta cerca de 15 minutos. A versão de vídeo sem classificação contém várias cenas estendidas de nudez e sexo que foram cortadas para evitar a classificação "NC-17".
Desfiles de moda começam em lingerie e terminam em nada além de pele. (E por alguma razão estranha, também há muita lambida neste filme). Há até um interlúdio em que Julia e Nikki têm a chance de exibir seus corpos. Observando essas duas obras de arte rolando em uma cama de dossel, fico perplexo com o fato de que alguém suportaria editar aquela cena.
Referências:
- Doctor Who (1963) (série de TV)
- É mencionado no diálogo, Máquina Mortífera 4 (1998)