Filme 13 de 2024 Um filme com uma fotografia incrível, tanto o preto e branco como os enquadramentos usa do e abusado de belas molduras. O filme tem um toque bastante surreal o que deixa tudo bem diferente. Ao decorrer da trama vamos entrando na loucura do personagem e nas suas manias peculiares, nunca mais vou sentir cheiro de arroz cozinhando sem lembrar dessa belíssima película japonesa.
Em Branded to Kill temos uma pegada mais experimentalista, como diálogos desconexos as vezes, e uma fotografia psicodélica. O roteiro é muito simples, e pouco atrativo para quem busca uma trama envolvente.
Devido ser considerado o mais relevante da carreira de Seijun Suzuki, esperava mais.
Admiro por demais o senso estético de Suzuki e muito embora aqui se trate de um filme intencionalmente dedicado à não possuir qualquer lógica convencional e explorar uma certa aura onírica, confesso que o enredo ou a falta dele que não me causaram conexão.
"Eu não suportava a vida solitária de um profissional. Não beba. Não se apaixone. Bebida e mulheres matam um assassino."
Quando John Woo tenta imitar Scorsese fazendo nouvelle vague no Japão. Não fosse o tom de improvisação e recursos técnicos parcos, típicos de filmes B, e a cotação seria muito maior.
Filme 13 de 2024
Um filme com uma fotografia incrível, tanto o preto e branco como os enquadramentos usa do e abusado de belas molduras.
O filme tem um toque bastante surreal o que deixa tudo bem diferente.
Ao decorrer da trama vamos entrando na loucura do personagem e nas suas manias peculiares, nunca mais vou sentir cheiro de arroz cozinhando sem lembrar dessa belíssima película japonesa.
Filme que só cresce na revisão, esbanjando marca autoral violência estilizada em cada frame.
Em Branded to Kill temos uma pegada mais experimentalista, como diálogos desconexos as vezes, e uma fotografia psicodélica. O roteiro é muito simples, e pouco atrativo para quem busca uma trama envolvente.
Devido ser considerado o mais relevante da carreira de Seijun Suzuki, esperava mais.
Admiro por demais o senso estético de Suzuki e muito embora aqui se trate de um filme intencionalmente dedicado à não possuir qualquer lógica convencional e explorar uma certa aura onírica, confesso que o enredo ou a falta dele que não me causaram conexão.
"Eu não suportava a vida solitária de um profissional. Não beba. Não se apaixone. Bebida e mulheres matam um assassino."
Quando John Woo tenta imitar Scorsese fazendo nouvelle vague no Japão. Não fosse o tom de improvisação e recursos técnicos parcos, típicos de filmes B, e a cotação seria muito maior.