Em um mundo distópico, uma menina quebra o seu pote, objeto que guarda um segredo em seu interior. A quebra do pote abre portais para universos paralelos e a menina adentra um tempo de transformação em que a criação de um novo mundo é finalmente possível.
"É nesse sentido que “A Menina e o Pote” transita em uma espécie de fábula para narrar a urgência de olharmos ao redor e para dentro de si, na busca de ressignificar nossas existências e compreender que o temido fim pode estar mais próximo que imaginamos se acaso não reconhecermos a necessidade urgente da preservação da natureza e da vida como um todo. E não apenas isso, o que seria da humanidade sem os mitos, sem as lendas, nas as histórias orais? Há também uma questão fundamental que ela acentua acerca da preservação da memória."
Minha crítica completa em: cineset. com. br/critica-a-menina-e-o-pote/
juuuuuuuuuuuuuuuro que animação absurda
Em meu primeiro contato com a antropóloga Francy Baniwa, fiquei imediatamente apaixonado: sua narração é muito poderosa, bem como a narrativa mui peculiar desta obra, inspirada em narrativas do povo Baniwa. Os traços surrealistas são maravilhosos, bem como os desenhos experimentais e o desenho de som alucinante. Cores fortíssimas e mitologia encantadora. Amei: meu favorito da seleção de curtas-metragens concorrentes em Gramada, neste ano de 2024! (WPC>)