A história apresenta eventos ocorridos antes, durante e depois do filme original (Suicide Club) e procura explicar melhor alguns eventos nebulosos no primeiro filme. O foco agora é retratar a natureza da felicidade, a falta de comunicação real entre membros de uma família, junto com a alienação que ocorre com isso e também como a Internet é usada como forma de remendar essa situação, o conceito de família, tudo envolto novamente entre suicídios.
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Consegue ser mais desnecessária que as continuações de Donnie Darko e Psicopata Americano.
Extremamente arrastado, tedioso, vazio e com um tempo de tela que não se justifica. Honestamente não entendi porque tem uma nota tão alta aqui.
Filmaço! Um dos meus favoritos do Sion Sono.
Que filme. MeoDeos. Sion Sono: vossa senhoria és fueda!
Apesar de sempre odiar o impacto visual que Sion Sono utiliza pra passar suas mensagens, temos que admitir que ele conseguiu me sensibilizar, mas de um jeito bem escroto, e o que me deixou extremamente chocada e deprimida é ver os personagens se deteriorando.
Eles já são criados ou vivem em núcleos afetivos desestruturados ou inexistentes, e acabam caindo e/ou buscando afetividades em núcleos tão ruins ou piores do que estavam.
"Já que tudo tá uma merd* mesmo e minhas buscas só vão piorando os resultados, então vamos viver das aparências e falsidades por completo, quem sabe assim pare de doer."... e essa foi a sensação que me passou, de um poço sem fundo e sem fim pro sofrimento.
E esqueci de mencionar que fiquei mais abismada em como "conseguiram" dissociar dos seus passados e famílias pra viverem as suas vidas falsificadas. Achei bem triste mesmo.
Sei nem o que dizer. Terminei esse filme, e a única coisa que consigo dizer, ou melhor, repetir, é o meme da Lady Gaga:
"Brazil, I'm devasted."
Assistido em 28/02/2022.