A Mulher de Satã

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A Mulher de Satã (1953)
Miss Sadie Thompson
Média do filme: 3.7 de 5 — baseado em 38 votos
MÉDIAFILMOW
3.7
38 Avaliações
Minha avaliação:
Salvando
Dirigido por Curtis Bernhardt
Duração 91 min (1h31)
Status Streaming

Dirigido por

Duração

91 minutos
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Sinopse

Sadie Thompson (Rita Hayworth) é uma mulher sensual que vive na base militar americana da ilha de Samoa. A sua vida muda radicalmente quando ela conhece o padre Davidson (José Ferrer), um sacerdote hipócrita que lhe faz a vida num inferno tentando desvendar o passado de Sadie.

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A Bola Preta | Trailer Legendado

A Bola Preta

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Drama romântico musical em Technicolor da A Beckworth Corporation Production e Columbia Pictures indicado ao Oscar de melhor canção original. O filme foi baseado no conto homônimo de 1921 do francês W. Somerset Maugham (1874-1965), "Miss Thompson" (mais tarde renomeado "Rain"). As filmagens aconteceram em Kaua'i e Hanalei Bay, no Havaí, EUA.

Outras versões: Sedução do pecado (28), O pecado da carne (32) e Dirty Gertie from Harlem U.S.A. (46). As músicas cantadas por Rita Hayworth (1918-1987) foram dubladas por Jo Ann Greer (1927-2001). Tentando aproveitar a moda do 3-D do início dos anos 50, o filme foi rodado em 3-D. O hotel em que W. Somerset Maugham se hospedou na Samoa Americana (o modelo do Trader Horn's) ainda está de pé, mas há anos tem sido um armazém geral. Rita Hayworth foi a 3° atriz a interpretar Sadie Thompson na tela, juntando-se a Gloria Swanson e Joan Crawford. O porto-riquenho Jose Ferrer (1912-1992) e Charles Bronson (1921-2003) iriam co-estrelar mais uma vez em um filme 31 anos depois. Desta vez, em Justiça selvagem (84). Foi um dos últimos filmes em que Bronson usou seu sobrenome "Buchinsky". No ano seguinte, ele o usaria em mais 3 filmes apenas.

Os diálogos nítidos não conseguem disfarçar completamente as transformações abruptas dos personagens e a narrativa instável. Para satisfazer os censores, Sadie Thompson não é mais uma prostituta, mas uma artista de boate "com um passado", enquanto Alfred Davidson não é um ministro, mas um pregador leigo. Mas não deixa de ser um filme atraente e curioso sobretudo pela sempre encantadora e sensual Miss Hayworth.

blondevennus
Blonde Vênus
½
5 anos atrás

Achei bem mediano. Rita tá linda como sempre, mas isso não foi o suficiente para tirar o foco do enredo fraco. Aquele personagem do Pastor achei sem pé e nem cabeça.

achvs
AC
½
9 anos atrás

Embora eu goste + da produção de 1928 c/ G. Swanson e considere J. Crawford valorosa no papel de Miss Sadie Thompson na produção de 1932, definitivamente R. Hayworth me conquistou e p/ mim é a representação ideal da personagem.

Comentário contando partes do filme. Mostrar.

Rita Hayworth acrescentou a Dança e sua Sensualidade nessa versão de 1953.A de 1932 com a Joan Crawford não chegou a mostrar a cena de estupro,como essa,mas uma Complementou a outra,nessa Obra de W. Someset Maugham.Uma Coincidência é que Crawford e Rita foram Dançarinas,além de Belíssimas.E também contracenaram no filme:Uma mulher Original,de 1940.

will_rocha
WR Silvestre
9 anos atrás

Saddie Thompson apresenta um papel feminino típico de destaque para as estrelas do cinema norte americano. O remake tinha sido interpretado pela primeira vez por Gloria Swanson em 1928 e por Joan Crawford em 1932. Rita Hayworth (a eterna Gilda do filme com o mesmo nome) foi a escolha perfeita para o papel nesta terceira versão que difere das outras por adicionar um tom musical. Miss Sadie Thompson e considerada por críticos e estudiosos com uma das películas que melhor representam o cinema 3D estereoscópico no apogeu do uso deste elemento conhecido como a Era de Ouro do cinema em três dimensões, período que se extende de 1952 até 1954, que faz parte do período de convergência que tem alcance até o ano de 1986. Rita era a ‘pin up’ preferida dos soldados na segunda guerra mundial (no filme Um Sonho de Liberdade de 1994, o personagem de Morgan Freeman fala sobre o poder de Rita Hayworth exercido sobre os contingentes militares) e neste papel aparenta estar bem a vontade cercada pelos marines. Aparentando já os traços fisionômicos da meia idade a época, Hayworth adiciona maturidade ao papel e funciona muito bem. Sadie oferece a Rita Hayworth a oportunidade de fazer uma interpretação tridimensional não apenas pela imagem, mas também pelos diferentes ângulos que acompanham a substancia dramática da personagem título. O roteiro suaviza os traços mais duros de Saddie ao confrontar a malícia inerente a sua vida mundana com a cena lúdica na qual canta com crianças em seu quarto. Esta versão de 1953, embora sofresse restrições quanto as cenas mais explosivas de conotação sexual, devido o código de moral cinematográfico instituído no início da década de 30 nos Estados Unidos, ainda sim apresenta uma cena de estupro que, embora se dê fora da objetiva da câmera, a sugestão do atentado é clara. Para época foi, de uma certa forma, a quebra de um preceito, tornando-se um grande avanço dentro da liberdade criativa após tantos anos de supervisão de censura. O filme rodado em Technicolor, processo em que as cores tendem a uma maior saturação, definem o perfil da personagem sob tons quentes como o vermelho e o laranja. O cenário multicolorido do céu, das águas do mar, da vegetação, da vestimenta dos nativos clamam a uma exuberância sensual fazendo elo com a beleza provocativa e voluptuosa de Sadie. Diferente das versões anteriores, todas em preto e branco, a cor intensifica a clareza, redefinindo o papel para menos mundano dos que os protagonizados pelas antecessoras. Sob a perspectiva da direção de arte as cores em Sadie Thompson tem papel fundamental. Na cena em que Sadie vê-se compelida a aceitar uma ‘mudança’ de vida, as cores chamativas, tão atraentes na maior parte do filme, caem por terra substituídas por cores frias como o branco e o verde, revelando um arrefecimento do espírito voraz e cintilante da protagonista.Trançando conceitos de uma geração anos 50 pós-guerra em que a importância da mulher foi ratificada com os homens em campos de batalha, sua voz começa a ter vez e Sadie Thompson no início da segunda metade do século XX colabora, mesmo que timidamente, com essa nova mentalidade.

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5

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Elenco de A Mulher de Satã

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Rita Hayworth 32 563

Rita Hayworth

(Sadie Thompson)
Aldo Ray 1 10

Aldo Ray

(Sgt. Phil O'Hara)
Diosa Costello 0 1

Diosa Costello

(Ameena Horn)
Eduardo Cansino Jr. 0 1

Eduardo Cansino Jr.

(Marine (uncredited))
Harry Bellaver 0 0

Harry Bellaver

(Joe Horn)
José Ferrer (I) 2 16

José Ferrer (I)

(Alfred Davidson)

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