Tess e Sam trabalham na mesma redação de um jornal. Um não gosta do outro. Mas a indiferença entre eles não dura muito, porque eles acabam se apaixonando e até se casam. Ocorre que Tess é uma pessoa muito ativa e reconhecida pelas feministas. E seu casamento começa a correr grande risco quando ela é eleita ''a mulher do ano''. Sempre ocupada e sem tempo para nada, o marido começa a se sentir negligenciado.
Este foi o primeiro dos nove filmes feitos pela dupla Spencer Tracy e Katharine Hepburn.
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Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita
Meu deus que macho chato do caralho!
A representação do que é inveja masculina em sua forma pura.
Estou absolutamente impressionado: que filme surpreendente! Imaginaria que gostaria, por conta dos talentos envolvidos, mas é muito, muito melhor do que eu imaginava: OK, assusta um pouco a tônica dos diálogos chauvinistas, mas estes refletem os preconceitos dos personagens e da sociedade retratada, não do filme em si (por mais que se reclama da submissão da protagonista, a fim de manter o casamento). Começa como uma comédia romântica, mas possui momentos efetivamente dramáticos e uma mudança de ritmo fascinante, quando a verborragia do início cede espaço para as tomadas longas e cenas demoradas e quase sem diálogos, no quartel final. Desenho de som esplêndido, interpretações maravilhosas, direção em estado de graça, roteiro merecidamente oscarizado. Demonstração suprema do que era a Hollywood clássica, beirando a perfeição. Preciso rever este filme entre amigos, o quanto antes! (WPC>)
Comédia inspirada que acabou sendo o primeiro de nove filmes do casal Spencer Tracy e Katharine Hepburn. Ambos em ótima forma em cena. Ela acabou recebendo uma indicação para o Oscar e o filme acabou levando uma estatueta pelo roteiro. Só não me agradou
o final abertamente machista.
É de suma importância situar-se na época do seu lançamento, quando o mundo presenciava a 2ª guerra mundial e o nazifascismo se espalhava pela Europa central. O que pode parecer ingênuo hoje, foi um ousado roteiro então, quando o filme aborda a história de uma mulher independente, trabalhadora e "fora do lar" - apesar do seu final nada feminista (embora o próprio personagem homem Sam Craig afirme: 'não precisa ser Tess Harding nem a senhora Craig', podendo ser Tess Harding Craig e encontrar um ponto de equilíbrio entre a jornalista inteligente durona e a esposa dedicada). Tecnicamente, a obra possui desajustes de diálogos com o tempo/passagem não fluindo como deveria, além do lado cômico que não funciona. Como curiosidade, foi nas gravações desta fita que Spencer Tracy e Katharine Hepburn se apaixonaram, formando um dos mais belos casais cinematográficos de todos os tempos.
Que mulher insuportável, misericórdia. Não conseguiam ter um momento
a sós, não tinha um diálogo, nada.
Mas achei o filme meio parado, e o pior, não teve nada de comédia. A única cena boa foi a do apartamento.
Quando ele percebe que já f0deram a lua de mel dele, e resolve chamar seus amigos (detalhe pra história da luta do Pinkie com o Bradock e o ótimo parceiro que encena com ele kkk) Até que uma santa percebe o que se passa e tira todo mundo de cena pra que enfim eles possam f0d3r com força