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Sinopse
Lil trabalha para a Legendre Company e faz com que Bill, seu chefe, divorcie-se de sua mulher Irene e case-se com ela, forçando a sociedade a prestar atenção nela. Adaptação do livro de Katharine Brush.
Um filme que para mim não é nem comédia, nem romance. É drama. E com um tema filmado em 1932 mas que se mantém atual. E, com certeza, se conservará. A sinopse não faz jus ao filme, pois não é só aquilo que ela relata. Vai mais além. Jean Harlow dominando a cena. E, Charles Boyer, aparecendo em uma ponta, quase ao final, como o motorista Albert.
É curioso ver um clássico do início do século passado com um grau de ousadia que ainda chega a surpreender nos dias de hoje. Destaque para Jean Harlow como a odiosa protagonista.
aaaa esses pré-codes americanos, tão maravilhosos! Mesmo sabendo que depenaram boa parte do filme, percebe-se o quanto o cinema era evoluído antes das carolas entrarem em ação. Mas mesmo assim não tinham como esvaziar o conteúdo imensamente erótico desse filme: uma mulher quer subir de vida e pra isso encasqueta de ficar com um jovem já casado, atentando ele o quanto pode. O Charles Boyer aparece como seu amante, tão jovem, tão fresco, tão francês. Pena que não fique tanto em ação. Mas quem brilha mesmo é a Jean Harlow, que dominava a tela quando chegava. Considero-a muito competente em todos os filmes que pude ver dela, e é uma pena que tenha ido tão jovem. :/
ela nem é parisiense kkkkkkkk
Um filme que para mim não é nem comédia, nem romance. É drama. E com um tema filmado em 1932 mas que se mantém atual. E, com certeza, se conservará. A sinopse não faz jus ao filme, pois não é só aquilo que ela relata. Vai mais além. Jean Harlow
dominando a cena. E, Charles Boyer, aparecendo em uma ponta, quase ao final, como o motorista Albert.
É curioso ver um clássico do início do século passado com um grau de ousadia que ainda chega a surpreender nos dias de hoje. Destaque para Jean Harlow como a odiosa protagonista.
alguem tem a legenda do filme?
aaaa esses pré-codes americanos, tão maravilhosos! Mesmo sabendo que depenaram boa parte do filme, percebe-se o quanto o cinema era evoluído antes das carolas entrarem em ação. Mas mesmo assim não tinham como esvaziar o conteúdo imensamente erótico desse filme: uma mulher quer subir de vida e pra isso encasqueta de ficar com um jovem já casado, atentando ele o quanto pode.
O Charles Boyer aparece como seu amante, tão jovem, tão fresco, tão francês. Pena que não fique tanto em ação.
Mas quem brilha mesmo é a Jean Harlow, que dominava a tela quando chegava. Considero-a muito competente em todos os filmes que pude ver dela, e é uma pena que tenha ido tão jovem. :/