História baseada em acontecimentos verídicos ocorridos nas Ilhas Aland (Escandinávia) por volta de 1666, quando 7 mulheres foram condenadas e executadas numa arbitrária e repugnante “caça às bruxas” promovida por um juiz ordenado pela realeza e com apoio de um padre católico. Mais um bom filme denúncia contra os desmandos e a corrupção do cristianismo. Nota 7.
Um drama que demonstra a burrice humana, aqui representada pela Caça às Bruxas. É triste também, bom para refletir sobre o equilíbrio entre crença religiosa e aprendizado científico (racional)
Ao longo da historia a religião, ou melhor os clérigos, sacerdotes, a parte humana da coisa foi responsável por mais mortes que muita doença e guerras com sua hipocrisia, alias muitas guerras foram declaradas em nome da fé, por humanos.
Temos que separar crença, dos homens, não preciso ir na igreja e me ajoelhar para um homens e me reder a caprichos, para ter fé. Mas em fim, o filme e bem dramático, tem pouco elenco, bem simples, mas eficaz, transparece o horror que deve ter sido o período de incerteza se um dia ia ser acusado seja lá por que.
Além do crescimento sexual e sentimental de uma adolescente, com seus conflituosos paradigmas, e a luta da fé moderna com o conhecimento ancestral, os druidas. Tem produções bem mais dramáticas, mas este não deixa de ser um bom filme.
Embora o título engane, parecendo ser um filme de terror, trata-se de um drama histórico baseado na caça às bruxas que ocorreram no século XVII nas Ilhas Åland, parte autônoma da Finlândia onde 95% da população fala sueco. Descreve um período negro da história, no qual mulheres, na maioria, eram condenadas e mortas, em julgamentos absurdos. Apresenta produção modesta, com atuações razoáveis, mas retrata bem esse período histórico. A ambientação em grande parte é sombria e a fotografia tem uma qualidade melhor que o enredo, pois há algumas tramas que são iniciadas e que não são concluídas. Por ter um ritmo lento, certamente não agrada muitas pessoas.
09/07/26
Pior saber que se fosse permitido, muita gente ainda hoje cometeriam atrocidades como estas.
História baseada em acontecimentos verídicos ocorridos nas Ilhas Aland (Escandinávia) por volta de 1666, quando 7 mulheres foram condenadas e executadas numa arbitrária e repugnante “caça às bruxas” promovida por um juiz ordenado pela realeza e com apoio de um padre católico. Mais um bom filme denúncia contra os desmandos e a corrupção do cristianismo. Nota 7.
Um drama que demonstra a burrice humana, aqui representada pela Caça às Bruxas.
É triste também, bom para refletir sobre o equilíbrio entre crença religiosa e aprendizado científico (racional)
[11/06/2017]
Ao longo da historia a religião, ou melhor os clérigos, sacerdotes, a parte humana da coisa foi responsável por mais mortes que muita doença e guerras com sua hipocrisia, alias muitas guerras foram declaradas em nome da fé, por humanos.
Temos que separar crença, dos homens, não preciso ir na igreja e me ajoelhar para um homens e me reder a caprichos, para ter fé. Mas em fim, o filme e bem dramático, tem pouco elenco, bem simples, mas eficaz, transparece o horror que deve ter sido o período de incerteza se um dia ia ser acusado seja lá por que.
Além do crescimento sexual e sentimental de uma adolescente, com seus conflituosos paradigmas, e a luta da fé moderna com o conhecimento ancestral, os druidas. Tem produções bem mais dramáticas, mas este não deixa de ser um bom filme.
Embora o título engane, parecendo ser um filme de terror, trata-se de um drama histórico baseado na caça às bruxas que ocorreram no século XVII nas Ilhas Åland, parte autônoma da Finlândia onde 95% da população fala sueco. Descreve um período negro da história, no qual mulheres, na maioria, eram condenadas e mortas, em julgamentos absurdos. Apresenta produção modesta, com atuações razoáveis, mas retrata bem esse período histórico. A ambientação em grande parte é sombria e a fotografia tem uma qualidade melhor que o enredo, pois há algumas tramas que são iniciadas e que não são concluídas. Por ter um ritmo lento, certamente não agrada muitas pessoas.