Aos quinze anos, Suzanne descobre, com alguma lucidez mas também com uma certa amargura, que a única coisa que gosta nos homens é fazer amor com eles. Será que tudo o resto não passa de ilusão e aborrecimento ?
O melhor trabalho de Pialat.Trabalha bem demais com seu elenco e consegue homenagear de certa forma alguns clássicos com o mesmo tema.Sandrine carrega uma tristeza fora do comum.
Achei um filme beeem francês com detalhes que me incomodaram muito - mas levo em conta a época que se passa e a criação. É interessante o conceito da ausência de futuro pra todos, em tantos aspectos. Mas, não sei se gostei. A menina
Estado geral das pessoas e famílias originadas na época das revoluções da segunda metade da década de 60: descrentes, desiludidas, sem sonhos, sem referências... 😐 😐 😐
Um retrato do cotidiano de uma família disfuncional e comum. Incrível como sob o olhar do espectador, todos estão errados e só se machucam mais. Os personagens cansam, tentam arrumar as relações, mas há muito desapego, rancor e vazio existencial. Para a protagonista, o escape é a juventude, a esperança de que algum dia ela encontre algo para ser feliz.
Adoro qdo festivais desenterram filmes antigos. O primeiro trabalho da Sandrine Bonnaire como protagonista, e por acaso havia visto um dos últimos dela "O Acontecimento". FIlme mediano, mas acho que a altura pra época. O que me incomodou foram as cenas de briga, muito forçadas.
O melhor trabalho de Pialat.Trabalha bem demais com seu elenco e consegue homenagear de certa forma alguns clássicos com o mesmo tema.Sandrine carrega uma tristeza fora do comum.
>Assistido em 29 de Março de 2025
Achei um filme beeem francês com detalhes que me incomodaram muito - mas levo em conta a época que se passa e a criação. É interessante o conceito da ausência de futuro pra todos, em tantos aspectos. Mas, não sei se gostei. A menina
só apanha por querer dar, coitada
Estado geral das pessoas e famílias originadas na época das revoluções da segunda metade da década de 60: descrentes, desiludidas, sem sonhos, sem referências... 😐 😐 😐
Um retrato do cotidiano de uma família disfuncional e comum. Incrível como sob o olhar do espectador, todos estão errados e só se machucam mais. Os personagens cansam, tentam arrumar as relações, mas há muito desapego, rancor e vazio existencial. Para a protagonista, o escape é a juventude, a esperança de que algum dia ela encontre algo para ser feliz.
Adoro qdo festivais desenterram filmes antigos. O primeiro trabalho da Sandrine Bonnaire como protagonista, e por acaso havia visto um dos últimos dela "O Acontecimento".
FIlme mediano, mas acho que a altura pra época. O que me incomodou foram as cenas de briga, muito forçadas.
Maratona My French Film Festival 2023