O Capitão Rockwell Torrey (John Wayne) e o Comandante Paul Eddington (Kirk Douglas) planejam uma retaliação ao ataque de Pearl Harbor. Torrey, envolvido romanticamente com a enfermeira Maggie Haynes (Patricia Neal), ainda tem de lidar com Jeremiah (Brandon De Wilde), seu filho recém-chegado à Marinha, com quem nunca teve muito contato.
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Muito bom, vide elenco, trilha, roteiro, fotografia e direção... enfim, um filmão!
Drama de guerra romântico em Panavision da Paramount Pictures indicado ao Oscar de melhor fotografia em preto e branco; no BAFTA, foi vencedor de melhor atriz estrangeira, Patricia Neal (1926-2010). O filme foi baseado no romance de 1962 "Harm's way", de James Bassett (1912-1978).
O logotipo da Paramount Pictures não aparece no início do filme, apenas no final do mesmo após o término dos créditos. Este foi o último épico da Segunda Guerra Mundial filmado em preto e branco e o último filme em preto e branco de John Wayne (1907-1979), que havia operado de um câncer no ano anterior. Wayne e Otto Preminger (1905-1986) evitaram deliberadamente discutir política durante as filmagens. Esta foi a 1° aparição do compositor Jerry Goldsmith (1929-2004) em um filme. Henry Fonda (1905-1982) e Burgess Meredith (1907-1997) já haviam sido dirigidos por Preminger, no filme Tempestade sobre Washington (62).
Preminger oferece uma visão impiedosa da guerra e sua subversão da ordem natural, enquanto os jovens morrem e os velhos sofrem, o romance cede à luxúria cega e os soldados feridos no corpo e na alma encontram a batalha vitoriosa tão trágica quanto a derrota. Mas no meio, o melodrama é tratado com tanta delicadeza pelo diretor, tão fiel a um certo sentimento conveniente em que a vida está em jogo, que todo o filme parece completamente único. Grande elenco, coadjuvantes ídem, belas atrizes. Participações especiais de Henry Fonda e Dana Andrews (1909-1992), pontas de George Kennedy e Larry Hagman.
Um belo filme de drama/guerra. Com roteiro bem elaborado (embora poderia ter meia hora a menos), boa fotografia (em preto e branco), boas as atuações e a direção. Mais uma narrativa (como um conto) de um trecho da 2a guerra no teatro do Pacífico. Recomendo.
Um filme de guerra bem legal com dois com dois gigantes de Hollywood!
Impossível não ver a influência desse filme no roteiro de "Pearl Harbor".
Apesar de ter seus 55 anos, ainda é um filme bem legal com ótimas atuações.
Merece uma chance!
Bom como drama e apenas razoável como filme de guerra, choca pela cena do estupro cometido pelo personagem de Douglas. Para a época, deve ter sido bem pesado...