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Data de lançamento
18 Ago. 2021Duração
Um chefe da Yakuza é morto no Japão e sua única herdeira é enviada para o Brasil ainda bebê. Vinte anos depois, vivendo em São Paulo, Akemi (Masumi) descobre que herdou metade do clã da Yakuza e que a outra metade a quer morta. Takeshi (Tsuyoshi Ihara), mafioso fiel ao falecido chefe, vem ao Brasil para protegê-la. Ao mesmo tempo, um estrangeiro sem memória (Jonathan Rhys Meyers) acorda num hospital e cruza seu caminho. Akemi vai começar uma guerra e traçar seu próprio destino.
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Até gostei do filme, mas não o suficiente para dar uma nota melhor. A premissa é interessante, mas realmente a execução do filme ficou a desejar.
Filme brasileiro, falado em inglês, japonês e um pouco em português, que se passa em Osaka, São Paulo e Paranapiacaba. Baseada na HQ "Samurai Shirô" de Danilo Beyruth, "A Princesa da Yakuza" conta história de uma garota ainda criança, ser trazida para o Brasil, após seus pais que eram chefes Yakuza, serem assassinados.
Vinte anos depois, vivendo no bairro da Liberdade, em Sampa, Akemi (Masumi Tsunoda) descobre que metade do clã a tem como nova chefe, mas a outra metade a quer fazer shushi dela. Takeshi (Tsuyoshi Ihara), mafioso fiel ao presunto do chefe, vem ao país para informá-la de seu destino, ao mesmo tempo que cruza o caminho de um estrangeiro com a memória no vinagre (Jonathan Rhys Meyers).
Dirigido por Vicente Amorim, o filme mostra uma mistura de ação e drama, numa história que explora um pouco o crime organizado japonês, quando eles querem passar alguém num outro país. A história é interessante, a principio você vê o Memória no Vinagre parecendo que está protegendo Akemi, meio que sem saber, ao mesmo tempo que tem o Takeshi e sua turma, estavam na bota dela.
O filme tem um ritmo um pouco lento, mas isso não atrapalha o desenvolvimento da trama, que vai desenvolvendo os personagens, fazendo a gente se confundir com suas ações, mostrando um pouco as memórias da Akemi e trazendo boas cenas de ação, com muitos tiros e belas lutas de espadas.
O filme é bem paulistano, ostentando neon, concreto e barraquinha, nas calçadas, e nos inferninhos da noite, que aliás tem o mundo noturno paulista, quase que todo filme. salvo quando eles fazem uma viagem para Paranapiacaba no distrito de Santo André, buscando uma pista do passado de Akemi.
A luta no final é quase que obrigatória, e deixa margem até para uma sequencia, que está sendo discutida até hoje. Para de fazer esses filmes manjados e lança logo a sequência Netflix. Sampa e a Liberdade agradecem!
É lento, tem uns probleminhas e clichês, mas é um bom filme.
O nortuno iluminado do neon, tipo de cidade cyberpunk, parece exagerado propositalmente para sair um pouco do realismo. É típico dos filmes e quadrinhos do gênero de ação e máfia.
dá sono
Amorim entrega um bom filme de ação mas que poucos viram.