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Visiting Hours - Estados Unidos da América
Sinopse
Alma é uma mulher rica que faz amizade com Mina, uma mãe solteira de origem humilde. A vida das duas gira em torno das visitas que fazem a seus companheiros presidiários. Aos poucos, as duas encontram acolhimento e compreensão uma na outra.
Gostei bastante, Isabelle tem se feito presente em filmes humanistas, nesse com a atriz tunisiana Hafsia Herzi tb cheia de potencial ( o filme Rapto 2023 com ela é ótimo) rendeu uma sensível e bonita história de se acompanhar.
Com 72 anos de idade e 45 de carreira, a atriz francesa Isabelle Huppert já recebeu os principais prêmios do cinema, como honorário em Berlim, atriz estreante no Bafta, atriz em Cannes, Globo de Ouro e vários de atriz em Veneza, além de ter sido indicada ao Oscar. Versátil, sabe fazer bem comédia, drama e suspense, chegando a participar de cinco filmes num mesmo ano. Um de seus últimos trabalhos estreou nos cinemas brasileiros no último fim de semana, ‘A prisioneira de Bordeaux’ (2024), drama francês exibido na Quinzena dos Realizadores em Cannes. Ao lado de outra grande atriz, a também francesa, mas descendente de algerianos e tunísios Hafsia Herzi (que é uma ótima cineasta, dirigindo quatro anos atrás o excelente ‘A boa mãe’), Huppert exibe charme e vigor nessa obra de olhar feminino sobre o encontro de duas mulheres de classes sociais diferentes, com algo em comum: seus maridos estão presos na mesma cadeia. Isabelle é Alma, uma senhora rica e solitária, que espera a saída do marido da prisão; Hafsia é Mina Hirti, uma jovem mãe solo que viajou longa distância para rever o companheiro atrás das grades, mas que é barrada na visita. Elas se conhecem nesse dia e ficarão juntas pelos próximos dias. A veterana diretora Patricia Mazuy, de ‘Um homem marcado’ (1989), realiza um filme maduro sobre diferenças de classe numa França patriarcal, em que duas mulheres diferentes se aproximam e lutam para ocupar seus espaços de direito. Um filme sensível com bela montagem, um roteiro com surpresas e bons diálogos, além da presença marcante de duas grandes personagens. Nos cinemas pela Autoral Filmes. POR FELIPE BRIDA - Blog Cinema-naweb blogspot
Gostei bastante, Isabelle tem se feito presente em filmes humanistas, nesse com a atriz tunisiana Hafsia Herzi tb cheia de potencial ( o filme Rapto 2023 com ela é ótimo) rendeu uma sensível e bonita história de se acompanhar.
Com 72 anos de idade e 45 de carreira, a atriz francesa Isabelle Huppert já recebeu os principais prêmios do cinema, como honorário em Berlim, atriz estreante no Bafta, atriz em Cannes, Globo de Ouro e vários de atriz em Veneza, além de ter sido indicada ao Oscar. Versátil, sabe fazer bem comédia, drama e suspense, chegando a participar de cinco filmes num mesmo ano. Um de seus últimos trabalhos estreou nos cinemas brasileiros no último fim de semana, ‘A prisioneira de Bordeaux’ (2024), drama francês exibido na Quinzena dos Realizadores em Cannes. Ao lado de outra grande atriz, a também francesa, mas descendente de algerianos e tunísios Hafsia Herzi (que é uma ótima cineasta, dirigindo quatro anos atrás o excelente ‘A boa mãe’), Huppert exibe charme e vigor nessa obra de olhar feminino sobre o encontro de duas mulheres de classes sociais diferentes, com algo em comum: seus maridos estão presos na mesma cadeia. Isabelle é Alma, uma senhora rica e solitária, que espera a saída do marido da prisão; Hafsia é Mina Hirti, uma jovem mãe solo que viajou longa distância para rever o companheiro atrás das grades, mas que é barrada na visita. Elas se conhecem nesse dia e ficarão juntas pelos próximos dias. A veterana diretora Patricia Mazuy, de ‘Um homem marcado’ (1989), realiza um filme maduro sobre diferenças de classe numa França patriarcal, em que duas mulheres diferentes se aproximam e lutam para ocupar seus espaços de direito. Um filme sensível com bela montagem, um roteiro com surpresas e bons diálogos, além da presença marcante de duas grandes personagens. Nos cinemas pela Autoral Filmes.
POR FELIPE BRIDA - Blog Cinema-naweb blogspot