Segue o patologista forense David Hunter, que desistiu de seu trabalho para se estabelecer como médico na vila rural de Manham .Quando uma mulher é encontrada morta, David luta para ficar de fora da investigação.
Me surpreendeu. Que fotografia e trilha sonora. A trama, para mim foi bem construída. A forma de explorar a carga traumática de David Hunter foi um diferencial. Fora que a gente se surpreende que a resolução de um caso - que a gente acha que é o fio condutor é resolvido rapidamente - eu falei como assim? e depois a gente é levado para a trama principal - gostei muito do roteiro. Agora é uma pena que após créditos
Apesar de trazer um personagem já visto em outras séries, o legista/patologista forense que se envolve nas investigações e ajuda a resolver os crimes, a série consegue ser atraente com tramas sombrias e bem desenvolvidas.
Em seis episódios, temos dois casos distintos.
Nos primeiros dois episódios, seguimos os assassinatos com tons ritualísticos em uma vila de Norfolk, zona rural da Inglaterra, para onde vai o protagonista Dr. David Hunter, que após um trauma passado, abandona a carreira de sucesso como patologista forense em Londres para trabalhar como médico. Hunter, começa a trabalhar como consultor nas investigações, apesar de relutar já que se recusa a ver cadáveres.
Nos quatro episódios restantes, a ação muda para a Escócia, também na região rural, para onde o patologista é enviado e se envolve na investigação da descoberta de um corpo incinerado, que a princípio, parecia ser um acidente.
Dramas pessoais que se misturam com as investigações em ambos em casos, dão um tom comovente à narrativa. O porém são os flashbacks do trauma vivido por Hunter
que perde a mulher e a filha em um aparente afogamento. Na verdade, não fica claro se a esposa se matou, pois em determinado momento alguém diz a ele que talvez ela tenha se afogado de propósito.
No primeiro flash back já fica claro a culpa e o transtorno enfrentado pelo protagonista, não há necessidade de ter cenas do passado repetidas em praticamente todos os episódios!
Tirando isso, as atuações são boas, as paisagens absolutamente deslumbrantes e há um bom gancho para uma possível segunda temporada.
Me surpreendeu. Que fotografia e trilha sonora.
A trama, para mim foi bem construída. A forma de explorar a carga traumática de David Hunter foi um diferencial. Fora que a gente se surpreende que a resolução de um caso - que a gente acha que é o fio condutor é resolvido rapidamente - eu falei como assim? e depois a gente é levado para a trama principal - gostei muito do roteiro.
Agora é uma pena que após créditos
Grace Strachan reapareceu e fez o que fez - não gostei dessa parte; tipo, queria uma 2T com nossos casos e etc
Pela atmosfera criada e as locações a série me ganhou.
Começa bem, história te prende, bons personagens, mas estava esperando algo mais místico, de repente muda o clímax, muda tudo, e acaba pessimamente.
A série parece ter sido feita com inteligência artificial. Mistura-se BONES, TRUE DETECTIVES e livros de auto-ajuda.
Apesar de trazer um personagem já visto em outras séries, o legista/patologista forense que se envolve nas investigações e ajuda a resolver os crimes, a série consegue ser atraente com tramas sombrias e bem desenvolvidas.
Em seis episódios, temos dois casos distintos.
Nos primeiros dois episódios, seguimos os assassinatos com tons ritualísticos em uma vila de Norfolk, zona rural da Inglaterra, para onde vai o protagonista Dr. David Hunter, que após um trauma passado, abandona a carreira de sucesso como patologista forense em Londres para trabalhar como médico. Hunter, começa a trabalhar como consultor nas investigações, apesar de relutar já que se recusa a ver cadáveres.
Nos quatro episódios restantes, a ação muda para a Escócia, também na região rural, para onde o patologista é enviado e se envolve na investigação da descoberta de um corpo incinerado, que a princípio, parecia ser um acidente.
Dramas pessoais que se misturam com as investigações em ambos em casos, dão um tom comovente à narrativa. O porém são os flashbacks do trauma vivido por Hunter
que perde a mulher e a filha em um aparente afogamento. Na verdade, não fica claro se a esposa se matou, pois em determinado momento alguém diz a ele que talvez ela tenha se afogado de propósito.
No primeiro flash back já fica claro a culpa e o transtorno enfrentado pelo protagonista, não há necessidade de ter cenas do passado repetidas em praticamente todos os episódios!
Tirando isso, as atuações são boas, as paisagens absolutamente deslumbrantes e há um bom gancho para uma possível segunda temporada.
Nem ruim e nem bom