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Outros títulos
The Rape of the Vampire - Estados Unidos da América
Sinopse
Depois que um psicanalista tenta sem sucesso, convencer quatro irmãs de que elas não são vampiras, a Rainha dos Vampiros promulga a causa dos mortos-vivos.
- o primeiro ou um dos primeiros filmes do rollin - já começa pela temática que ele adora e mostra como sempre trabalha muito bem o visual - aqui a fotografia em preto e branco caiu bem demais, da um ar ainda mais onírico ao filme, cenas lindas - o roteiro tem uma boa premissa, mas acaba ficando confuso
Um interessante filme francês sobre vampiros, que ainda possui uma ótima fotografia em preto e branco, bonitas locações, e um clima gótico bem legal. A primeira trama é menor mas muito melhor, depois já não é tão interessante assim de se acompanhar, apesar de ter seus bons momentos. As quatro irmãs vampiras são muito belas e há boas atuações das atrizes, cujas personagens viviam seus conflitos pessoais e também com os aldeões e com o psicanalista recém chegado. A beleza feminina é mostrada com cuidado pela câmera, valorizando os rostos, os seios nus e os movimentos das vampiras. Mas há uma cena que ficou até engraçada, digna de comédia involuntária, quando uma das vampiras está saindo em companhia de uma das irmãs, e um dos seus seios está de fora do decote do vestido, enquanto o outro não hehe. Uma cena curiosíssima rs.
Dos filmes de vampiros do Jean Rollin que vi até o momento, este é o que menos gosto. Mas é inegável como os cenários, locações e ambientações de seus filmes são belíssimos, e esse aqui ainda ganha alguns pontos por conta da fotografia em preto e branco que nos remetem muito aos filmes dos anos 30 de terror da Universal. A primeira parte da trama (que era um curta metragem e depois foi estendido pelo diretor para se tornar um longa) é a mais interessante, retratando as quatro vampiras isoladas em seu castelo gótico e mantidas presas lá por um crucifixo cravado na porta do local. O mistério ao redor do vampirismo delas, se é realmente um caso sobrenatural ou uma doença mental é interessantíssimo, mas depois do desfecho dessa primeira parte do filme, a obra perde um pouco a graça ao ficar enfadonha e sem rumo. Mas em fim, é um filme de vampiros do Jean Rollin, para os amantes desses dentuços, sempre há algo de bom a se tirar dos filmes dele nessa temática.
Uma coisa que adoro nos filmes do Jean Rollin são os cenários. A praia deserta é sempre a mesma de outros filmes, mas se eu tivesse um lugar daquele pra filmar, ia usa-lo sempre também. Nesse filme o visual é lindo demais! O casarão, o campo, a praia e o cemitério, ainda tudo em preto e branco, fez brilhar meus olhos. Sem contar os takes da mulherada.
Pena que o filme fica chato com a chegada de personagens pra la de desinteressantes na segunda parte. Chato, longo e cansativo, fez escapar a poesia que construíra no início, mas ainda vale pela experiência visual.
- o primeiro ou um dos primeiros filmes do rollin
- já começa pela temática que ele adora e mostra como sempre trabalha muito bem o visual
- aqui a fotografia em preto e branco caiu bem demais, da um ar ainda mais onírico ao filme, cenas lindas
- o roteiro tem uma boa premissa, mas acaba ficando confuso
A fotografia em P&B, é realmente linda e conveniente.
Um interessante filme francês sobre vampiros, que ainda possui uma ótima fotografia em preto e branco, bonitas locações, e um clima gótico bem legal.
A primeira trama é menor mas muito melhor, depois já não é tão interessante assim de se acompanhar, apesar de ter seus bons momentos.
As quatro irmãs vampiras são muito belas e há boas atuações das atrizes, cujas personagens viviam seus conflitos pessoais e também com os aldeões e com o psicanalista recém chegado.
A beleza feminina é mostrada com cuidado pela câmera, valorizando os rostos, os seios nus e os movimentos das vampiras. Mas há uma cena que ficou até engraçada, digna de comédia involuntária, quando uma das vampiras está saindo em companhia de uma das irmãs, e um dos seus seios está de fora do decote do vestido, enquanto o outro não hehe. Uma cena curiosíssima rs.
Dos filmes de vampiros do Jean Rollin que vi até o momento, este é o que menos gosto. Mas é inegável como os cenários, locações e ambientações de seus filmes são belíssimos, e esse aqui ainda ganha alguns pontos por conta da fotografia em preto e branco que nos remetem muito aos filmes dos anos 30 de terror da Universal.
A primeira parte da trama (que era um curta metragem e depois foi estendido pelo diretor para se tornar um longa) é a mais interessante, retratando as quatro vampiras isoladas em seu castelo gótico e mantidas presas lá por um crucifixo cravado na porta do local.
O mistério ao redor do vampirismo delas, se é realmente um caso sobrenatural ou uma doença mental é interessantíssimo, mas depois do desfecho dessa primeira parte do filme, a obra perde um pouco a graça ao ficar enfadonha e sem rumo.
Mas em fim, é um filme de vampiros do Jean Rollin, para os amantes desses dentuços, sempre há algo de bom a se tirar dos filmes dele nessa temática.
Uma coisa que adoro nos filmes do Jean Rollin são os cenários. A praia deserta é sempre a mesma de outros filmes, mas se eu tivesse um lugar daquele pra filmar, ia usa-lo sempre também. Nesse filme o visual é lindo demais! O casarão, o campo, a praia e o cemitério, ainda tudo em preto e branco, fez brilhar meus olhos. Sem contar os takes da mulherada.
Pena que o filme fica chato com a chegada de personagens pra la de desinteressantes na segunda parte. Chato, longo e cansativo, fez escapar a poesia que construíra no início, mas ainda vale pela experiência visual.