Hungria de 1943. Um casal de judeus idosos, Job e Roza, adotam uma criança não-judia rebelde a quem pretende transmitir a sua riqueza e conhecimento antes de opressão nazista.
Produção húngara da MAFILM Társulás Stúdió, Macropolis, Magyar Televízió Müvelödési Föszerkesztöség, Sefel Films, Starfilm, Tarsulac e Zweites Deutsches Fernsehen indicada ao Oscar de melhor filme estrangeiro - o vencedor do ano foi o sueco Fanny e Alexander (83), de Bergman.
A estória foi baseada na experiência de vida do diretor Imre Gyöngyössy (1930-1994) quando ele era menino. Gyöngyössy, falando na estréia do filme na cidade de Nova York, expressou seu desejo de que o filme servisse "como uma mensagem não apenas entre gerações, mas também entre nações".
Um filme bonito, triste e comovente sobre a difícil situação dos judeus na Hungria e que transmite com um calor não manipulador o apego entre um menino órfão e o casal judeu que o adota. Muito bem fotografado num ambiente limitado da comunidade rural e dos nômades ciganos que a cercam, o longa aborda questões como socialização, identidade e amor sexual e parental, de forma discreta e habilidosa.
Os diretores Imre Gyöngyössy e Barna Kabay fazem o ótimo trabalho em "A Revolta de Jó", filme húngaro de 1983 e o representante deste país entre os indicados do Oscar de 1984 na categoria "Melhor Filme de Língua Estrangeira" (perdeu para a produção sueca 'Fanny e Alexander', de Ingmar Bergman).
É interessante salientar que a história por trás do filme foi baseada na experiência de vida do diretor quando ele era menino. Segundo o diretor Imre Gyöngyössy, sua pretensão com o filme era que "fosse uma mensagem não apenas entre gerações, mas entre nações".
Vale destacar ainda a atuação excepcional de Gábor Fehér na pele do personagem infantil Lackó, o garoto contracena frente aos adultos como um deles, apesar de toda a inocência vista.
Este é mais um filme fora do mercado americano e que nos conta mais uma história bonita, mas de doer o coração, principalmente com o que fizeram aos judeus antes e durante a Segunda Guerra Mundial, neste caso os judeus húngaros.
Uma história contada com detalhes e envolta de uma cinematografia realista e impecável, o impacto do que se vê em tela é realmente impressionante.
Produção húngara da MAFILM Társulás Stúdió, Macropolis, Magyar Televízió Müvelödési Föszerkesztöség, Sefel Films, Starfilm, Tarsulac e Zweites Deutsches Fernsehen indicada ao Oscar de melhor filme estrangeiro - o vencedor do ano foi o sueco Fanny e Alexander (83), de Bergman.
A estória foi baseada na experiência de vida do diretor Imre Gyöngyössy (1930-1994) quando ele era menino. Gyöngyössy, falando na estréia do filme na cidade de Nova York, expressou seu desejo de que o filme servisse "como uma mensagem não apenas entre gerações, mas também entre nações".
Um filme bonito, triste e comovente sobre a difícil situação dos judeus na Hungria e que transmite com um calor não manipulador o apego entre um menino órfão e o casal judeu que o adota. Muito bem fotografado num ambiente limitado da comunidade rural e dos nômades ciganos que a cercam, o longa aborda questões como socialização, identidade e amor sexual e parental, de forma discreta e habilidosa.
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Os diretores Imre Gyöngyössy e Barna Kabay fazem o ótimo trabalho em "A Revolta de Jó", filme húngaro de 1983 e o representante deste país entre os indicados do Oscar de 1984 na categoria "Melhor Filme de Língua Estrangeira" (perdeu para a produção sueca 'Fanny e Alexander', de Ingmar Bergman).
É interessante salientar que a história por trás do filme foi baseada na experiência de vida do diretor quando ele era menino. Segundo o diretor Imre Gyöngyössy, sua pretensão com o filme era que "fosse uma mensagem não apenas entre gerações, mas entre nações".
Vale destacar ainda a atuação excepcional de Gábor Fehér na pele do personagem infantil Lackó, o garoto contracena frente aos adultos como um deles, apesar de toda a inocência vista.
Este é mais um filme fora do mercado americano e que nos conta mais uma história bonita, mas de doer o coração, principalmente com o que fizeram aos judeus antes e durante a Segunda Guerra Mundial, neste caso os judeus húngaros.
Uma história contada com detalhes e envolta de uma cinematografia realista e impecável, o impacto do que se vê em tela é realmente impressionante.