Clássico do cinema mudo que demorei a ver por causa da longa duração. O filme tem uma história que se sustenta bem nas duas mais de quatro horas, embora o seu ritmo caia um pouco na sua segunda metade. Tanto a direção como a montagem entregam trabalhos primorosos. Curiosamente o ator Séverin-Mars que interpreta o protagonista faleceu dois anos antes da estreia do filme.
Épico bem ao gosto de Gance, com 4h e meia de duração, que por fim cansam, porém com tantas invenções cinematográficas que se percebem as diversas influências sobre os grandes cineastas que viriam nas décadas seguintes (há vários enquadramentos que seriam vistos nas obras de Hitchcock, Kubrick e arriscaria até na de Eisenstein).
A história é uma tragédia completa, mas encerra sua agonia com a redenção de seu protagonista, sob as espetaculares tomadas no Mont Blanc.
O primeiro grande trabalho de Gance.Sempre muito criterioso e caprichoso nas sequências.Pode até perder a linha por conta da longa duração,mas temos um espetáculo da década.
"A Roda", de 1923, foi um dos primeiros filmes de Abel Gance que tive o prazer de assistir no Centro Cultural SP, no ano de 1996. De longa duração, é uma obra que tem que ser apreciada com atenção, por conta de metáforas presentes na história. O título é simples, deixa ver tudo: a roda da vida, a roda da máquina, a roda da dança, ao fim, quando um grupo de jovens coloca-se em círculo, pela neve da montanha. O exímio diretor Gance nunca escondeu sua inclinação ao melodrama." A Roda", indiscutivelmente, é um clássico do silent movie francês.
Clássico do cinema mudo que demorei a ver por causa da longa duração. O filme tem uma história que se sustenta bem nas duas mais de quatro horas, embora o seu ritmo caia um pouco na sua segunda metade. Tanto a direção como a montagem entregam trabalhos primorosos. Curiosamente o ator Séverin-Mars que interpreta o protagonista faleceu dois anos antes da estreia do filme.
1º seriado all vivo. At names day anyone chooses winter, u r well, ur balaclans. Frederique.
Épico bem ao gosto de Gance, com 4h e meia de duração, que por fim cansam, porém com tantas invenções cinematográficas que se percebem as diversas influências sobre os grandes cineastas que viriam nas décadas seguintes (há vários enquadramentos que seriam vistos nas obras de Hitchcock, Kubrick e arriscaria até na de Eisenstein).
A história é uma tragédia completa, mas encerra sua agonia com a redenção de seu protagonista, sob as espetaculares tomadas no Mont Blanc.
O primeiro grande trabalho de Gance.Sempre muito criterioso e caprichoso nas sequências.Pode até perder a linha por conta da longa duração,mas temos um espetáculo da década.
>Assistido em 19 de Julho de 2023
"A Roda", de 1923, foi um dos primeiros filmes de Abel Gance que tive o prazer de assistir no Centro Cultural SP, no ano de 1996. De longa duração, é uma obra que tem que ser apreciada com atenção, por conta de metáforas presentes na história. O título é simples, deixa ver tudo: a roda da vida, a roda da máquina, a roda da dança, ao fim, quando um grupo de jovens coloca-se em círculo, pela neve da montanha. O exímio diretor Gance nunca escondeu sua inclinação ao melodrama." A Roda", indiscutivelmente, é um clássico do silent movie francês.