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Data de lançamento
27 Out. 2024Duração
Uma princesa espacial é expulsa de sua vida protegida e embarca em uma jornada galáctica para salvar sua ex-namorada caçadora de recompensas dos Maliens Brancos e Heterossexuais.
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FEZES
https://www.youtube.com/watch?v=1c0zJRvMF80
"Ela é lésbica, ela é do espaço e ela é também uma princesa.
Ah, e ela está muito triste."
Me apaixonei pelas músicas e pela protagonista de Lesbian Space Princess (A Sapatona Galáctica). Shoutout pra capa do álbum imitando a Billie Eilish.
Crítica completa no canal: YouTube. com/watch?v=KrTIe8ZE4XU
Outra animação que segue nos cinemas, desde o dia 12 de fevereiro, esta para adultos, é a fita australiana “A sapatona galáctica”, premiada em diversos festivais pelo mundo afora, inclusive no Brasil. Dirigido pela dupla Emma Hough Hobbs e Leela Varghese, combina comédia, aventura e elementos do mundo da ficção científica em uma história doidinha de um romance queer intergaláctico, não deixando de levantar a bandeira da representatividade como manifesto público. A protagonista é Saira, uma princesa espacial lésbica, bastante tímida, recém-abandonada pela ex-namorada, Kiki, uma caçadora de recompensas. Quando Kiki é raptada por criaturas perigosas (os “homeliens”, um grupo de homens héteros valentões), Saira decide resgatá-la, seguindo uma longa viagem entre dois mundos com uma nova amiga, uma cantora pop não-binária. As duas, numa nave capenga, cheia de problemas técnicos, cruzará a “gayláxia”, obrigando Saira a enfrentar medos e limitações. O filme é um barato, um caos danado, com diálogos engraçados, alguns apimentados, e forte comentário social do universo queer. Integra a safra das animações contemporâneas ousadas, escapando das convenções e banalidades para levar uma discussão sobre amor gay, respeito, identidade, pertencimento e autoconfiança – a protagonista, em vez de armas, usa o discurso para lutar (algo muito representativo e demolidor). As personagens são divertidas, a aventura é perspicaz, a estética é um desbunde de cores chocantes e formas inusitadas. A irreverente animação percorreu um circuito prestigiado de festivais internacionais, como Berlim, Sydney e Rio, onde conquistou o Prêmio Félix no ano passado, dedicado a produções nacionais e internacionais de temática LGBTQIAPN+. Outro prêmio que recebeu no Brasil foi o de melhor Filme Internacional pelo público, no MixBrasil, festival que existe há mais de 30 anos voltado à diversidade. Ainda nos cinemas pela Synapse Distribution. POR FELIPE BRIDA - Blog Cinema-naweb blogspotcom
O melhor do filme são os homilions white heteros, não lembro o nome em inglês.