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Data de lançamento
7 Out. 2010Duração
Um acontecimento assombra a cidade de Riveton, na mesma noite que o Estripador desapareceu e foi dado como morto, sete crianças nasceram no hospital da cidade. Agora, 16 anos depois, moradores estão desaparecendo misteriosamente. Será que o psicopata sobreviveu e voltou para aterrorizar os moradores? Bug é uma das sete crianças que nasceram na naquela noite sangrenta, cabe a ele enfrentar um mal que não descansará enquanto não terminar o que começou no dia em que ele nasceu.
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apesar das atuações não serem tão boas assim, eu até que gostei da historia, podeira ter sido melhor executado, mas tirando isso da pra ver.
10.10.25
Aaaah, lá estava eu, no meio da minha adolescência. Tinha começado a gostar de terror e assistido os grandes clássicos do gênero, principalmente os oitentistas. E, quando vi a notícia de que Wes Craven iria lançar um novo slasher, fiquei super feliz pois iria ver a história do subgênero sendo feita. Afinal, o diretor tinha ressuscitado o subgênero duas vezes, com A Hora do Pesadelo e com Pânico. Ora, se o raio tinha caído duas vezes no mesmo lugar, poderia cair uma terceira, certo? Afinal, em 2010 o slasher era um gênero morto e, bom, continuou sendo, infelizmente.
Bem, gosto de slashers, então o comentário vai ser longo.
A Sétima Alma não foi suficiente para reviver o gênero e lembro que fiquei bem decepcionado com o filme. Hoje, quinze anos depois, revi e a primeira coisa que pensei (juro que o trocadilho foi sem querer) é que falta alma para o filme. E, geralmente, se falta alma, a culpa é do diretor, o que é exatamente o que acontece aqui.
Não que o roteiro seja um primor, mas nas mãos de uma direção melhor poderia gerar um filme melhorzinho. Acontece que Wes, experiente, conseguiu ser um dos maiores problemas aqui. A direção de atores (ou, talvez sejam os próprios atores mesmo) é fraca. O protagonista tem a atuação e o carisma de um pires e, bem, o mesmo ator foi bem fraco em Bates Motel, então acho que não foi tão culpa do Wes assim. O único personagem que vale mesmo é o fã de terror, se comparado com o resto. A tal da Fang chega perto de ser um personagem interessante também, mas seu desenvolvimento se perde. Mas, o grande ponto positivo no casting é que são mesmo adolescente. Veja em Pânico, por exemplo, que claramente são jovens adultos.
Aliás, Wes tenta ressuscitar os slashers, aqui, com um pouco de Pânico e um pouco de A Hora do Pesadelo. De Pânico temos a (tentativa) de subversão do gênero e o trecho de assassinatos finais ocupando quase metade do filme. A diferença é que em Pânico esse trecho final vale, pois é uma festa, grande escala, vários personagens e reviravolta atrás de reviravolta. Aqui, gastar, se não me engano, quase cinquenta minutos em uma parte final que poderia durar vinte acaba sendo um erro, sacrificando uma duração que poderia beneficiar mais construção no primeiro ou segundo ato. A metalinguagem de Pânico aqui é abandonada, o que achei uma boa ideia, se é para renovar, reciclar o principal mote do filme de 1996 não seria interessante.
De A Hora do Pesadelo Wes pega a ideia de adicionar
o sobrenatural aos slashers e, agora, o adiciona aos new slasher. Entretanto, se A Hora do Pesadelo o fazia indiscriminadamente, este filme o faz com vergonha. Não entendo o motivo do lado sobrenatural ficar tão oculto que quase parece que não existe no filme. Podem abraçar o sobrenatural com vontade, ao invés de ficar naquela capenguice de que é ou não múltiplas personalidade. Faltou essa coragem para admitir que eram várias almas em um só corpo, algo que só ficou mais colocado no fim.
Assim, se Wes queria ressuscitar o gênero, não bastava apenas colocar ideias que foram eficientes nos seus outros dois filmes. Falta algo inovador que justificasse uma nova leva de filmes do mesmo estilo (new new slashers rs). E, acho que tentaram buscar isso, mas em apenas um elemento que não é suficiente para tanto: a ordem das mortes.
A ordem das mortes não é algo tão colocado em voga hoje em dia, mas no início dos anos 2000 era algo bem citado. A maioria dos slashers (e, ressalta-se, isso não é um demérito) possui a ordem de mortes relativamente óbvia. As buchas vão primeiro: loira gostosa, garotão atlético, o personagem negro mais engraçadinho... aí vem o(a) grande amigo(a) da protagonista, o cara que ela gosta, etc. Aqui, a ordem das mortes é caótica, o que é bom por um lado, pois acaba sendo a parte mais interessante do filme, e ruim por outro, pois é feito apenas per si, e mata os desenvolvimentos que se propõe. Bom, isso talvez até seja perdoável. A morte nos toma de súbito, as vezes no meio de projetos ou desenvolvimentos pessoais. Mas, não fica claro se ressaltar essa natureza era a intenção de Wes. Aí, a religiosa, por exemplo, me pegou de surpresa, mas, no fim, não foi resolvido crush dela pelo protagonista. O cego, que normalmente morreria primeiro, acaba sendo um dos últimos. Ótima surpresa, mas, serviu de que? Ele não tem função e mal aparece. E, nem é um grande suspeito... embora, no plano bizarro do vilão, ele achou que colaria colocar ele como assassino. Qual o sentido disso? Fora ele indo na casa do protagonista do nada e sem motivo, super forçado só para todos os sete irem de base.
Outro ponto é o protagonista masculino. Bom, temos precedentes até de slashers oitentistas com protagonistas masculinos, embora nos new slashers não estou me recordando de nenhum. De todo modo, é mais uma inovação pela inovação e acaba não tendo consequências na narrativa. Poderia ser uma protagonista que tudo ficaria praticamente na mesma.
O início tenta copiar a ideia de um começo bombástico, igual Pânico, aliado ao evento traumatizante do passado, típico dos slashers. Entretanto, se em Pânico essa cena inicial era marcante por ser bem pensada e conduzida, a de A Sétima Alma é bombástica por, bem, ser exagerada e longa, podendo até ser boa em um primeiro momento, mas, não é marcante.
Já a revelação final, que poderia ser o ponto alto do filme, é ruim. Quero dizer, a reviravolta da Fang ser a irmã do protagonista e a personagem criança da cena inicial é mais interessante e trabalhada do que a reviravolta principal, para vocês terem uma ideia. A motivação é... sei lá. Ele é um espírito mau que era uma das personalidades do pai do protagonista. Aí cada espírito nasceu em um corpo diferente, que nasceram prematuros para os espíritos terem quem ocupar. Então, toda vez que alguém com múltipla personalidade morre acontece isso?
Aí ele esperou uma data específica, os dezesseis anos, não sei por qual motivo, para matar todas as outras personalidades. E, aí, fica a dúvida. Se cada um deles era uma das personalidades, o assassino então é a personalidade vilã. Então, por qual motivo ele parece ter duas personalidades? Cada um tem duas almas dentro de si? A dele mesmo que teria quando nascesse e outra vinda de uma das do pai do protagonista quando morreu?
E, durante o trecho final, ficou meio óbvio quem era o assassino. A questão de qual dos suspeitos seria o culpado, inclusive alguma personalidade do próprio protagonista, não é muito bem trabalhado, como foi em Pânico.
Além disso, outra coisa que poderia ter salvado o filme são as mortes, afinal, trata-se de um slasher. Entretanto, elas são fraquíssimas. As mortes em si e as perseguições que as resultam. O visual e arma do assassino, que é algo normalmente marcante, também é pouquíssimo inspirado. No fim, a tal da oração, que era bem destacada no trailer, nem tenta tanta função também.
Enfim, insipido. Talvez até bom em sua ideia original e em seu esqueleto narrativo, embora não tem excepcional. E, no fim, os elementos de fora do roteiro, que normalmente são grande destaque dos slashers (direção boa para construir tensão, visual do assassino, mortes, etc) e que poderia salvar o filme são ruins. E, mais decepcionante, e saber que Wes Craven é o principal culpado por tudo isso.
Nota: 6.7.
Roteiro sem criatividade, personagens formulaicos em um ambiente escolar nada original, uma produção fadada ao esquecimento.
ONLY ONE HAS A POWER TO SAVE THEIRS SOULS, tradução, " somente um tem o poder de salvar suas almas", o que na verdade senhoras e senhores, as vezes dependendo se das circunstancias cujo determinados homo sapiens vieram ao mundo, conduziram suas existencias humanas, e por tal tendem a sofrer os reflexos de boas ou não tão favoraveis condições para fins de que o presente passado e futuro lhes beneficie ao inves de lhes prejudicar, ou pelo contrario ja que conforme este RAZOAVEL longa metragem, muito lhes amaldiçoar para todo o sempre, a nao ser que tais envolvidos supracitados entendam a dinamica a respeito de quebrar o elo da corrente cujo envolvia do nascimento passando pelo crescimento, ate logico o quase certo INICIO DO FIM destas 7 almas ha exatos yankes humanas ha exatos 14 anos, NÃO HAVERÁ NENHUMA SALVAÇÃO, mas pura e simplesmente aceitar que destinos ja encontravam se inclusive celados antes mesmo de entenderem a respeito a partir do momento em que adentram ao planeta terra como criaturas respiratorias pulmonares a contento, se e´que porventura ou nao me entendem, resumindo a quem interessar ou nao possa, ALEM DE DANEM SE opiniões divergentes, " tal importancia", concordo que tal RAZOAVEL longa de terror slasher denota se um dos mais fracos dirigidos pelo ja no mundo dos mortos os quais seus filmes de terror tanto enviaram WES CRAVEN, agora ruim ao extremo a ponto de um historico avaliativo tamanho negativo ? ai ja nao tratam se " almas atormentadas " dos portadores de tal opiniao,mas sim " cerebros a principio defeituosos " mesmo a vontade em prol de promoverem a divergencia democratica opinativa, e fim de papo. " Sete Almasisticamente " NOTA 8.0.