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Após ser baleado fugindo de um tiroteio, o bandido Jaime cai à margem de um rio, onde é socorrido por duas belas jovens. Ele envolve-se romanticamente com Dorinha, filha de um fazendeiro e, por amor a ela, entrega-se à polícia. Ao sair da prisão, Jaime tem que enfrentar Xavier, um bandido sanguinário que planeja vingar-se do pai de Dorinha.
Estreando no cinema profissional, Mojica realiza o primeiro autêntico faroeste brasileiro, aparecendo numa ponta como Gregório, um jagunço do bando de Xavier. Ele também escreveu as letras das dez canções da trilha sonora.
Em 1964, o filme foi relançado com uma dose extra de sexo, incluindo uma nova sequência com cerca de dez minutos passada no bordel, na qual Mojica interpreta um velhinho.
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Faroeste brasileiro, violento, dirigido pelo Mojica. Dá pra reparar várias inspirações do cinema estadunidense e ver como a brutalidade já estava presente na obra do cineasta desde o começo.
Bem limitado pela época e pelo orçamento, mas vale pra conhecer um filme bem diferente do mestre Mojica.
26-02-2024
O início de um gênio.
- 7/10
- pela qualidade do vídeo e cenários dá pra ver que esse filme é cinema guerrilha de verdade
- hoje em dia é uma trama clichê, mas o filme não decepciona e prende do inicio ao fim
- ta mais pra bandido que aventureiro
Sina do Aventureiro - Nacional - (1958) - visto no dia 07.03.2020
Gostei muito do primeiro filme produzido por José Mojica Marins. Curioso que é um tema totalmente diferente na qual estamos acostumados, na qual José nós o identificamos primordialmente como Zé do Caixão. É bom um cineasta ter outras facetas. Esse filme é puro western, faroeste clássico, tradicional feito totalmente no interior de São Paulo em São José da Bela Vista, um belo lugar cheio de verde, fazendas e animais belíssimos. Paisagens lindas, incríveis, apesar do filme ser preto e branco (eu acho interessante tbm) é bem legal. Muito bom ouvi novamente aqueles chuviscos característicos desses filmes da época (este de 1958) E tbm das referências do gênero: romance, vingança, temática tradicional e clichê mas para um filme amador e com poucos recursos e um elenco pouco qualificado foi um filme até bem feito aonde se divertimos e aprendemos, vivenciamos nessa 1h27 minutos a 'Sina do Aventureiro'. O Legal que além de dirigir no filme, José roteirizou, escreveu a trilha sonora (que colabora na narrativa do filme) onde se encaixou como uma luva na história e foram bem compostas, simples e além de ele atuar como Gregório - um membro da gangue, dirigir, este considerado o primeiro longa metragem que ele trabalhou. Filme nacional que tem qualidade, que retrata um pouco da nossa cultura, do nosso povo, das nossas regiões: Além da mostra cultural no figurino (vestimenta) onde tem roupa nordestina, gaúcha e americana. Gostei da obra e outra grande contribuição de José e da sua equipe no cinema nacional.
Nota: 7,0