Quando eu vi pela primeira vez fiquei encantado, revendo agora eu posso afirmar que o motivo do encanto foi mesmo a lindíssima Suzanne Pleshette, que rouba a cena no papel de uma amaciada e frágil viúva milionária. É um teleplay acima da média, um tanto soft; e até mais emblemático do que poderia ser. Mesmo assim tenho um certo carinho por essa fita e adoro o filme apesar das deficiências e limitações. RECOMENDO! CINE VHS REVISTO> 06/06/2023
Desde o início desconfiei de que o Richard (Kenneth Welsh) estava envolvido na "aparição" daquele cara estranho metido a gato (e que nem era tão gato assim, ao contrário), que "esbarrou por acaso" na Kate (Suzanne Pleshette), no aeroporto. Depois disso, logo, logo ele se torna seu caseiro/amante e está na cara que ele é um típico golpista. O mais absurdo de tudo é que, antes mesmo deles se tornarem amantes, já fazem as refeições juntos, ele sentado numa cabeceira da mesa, ela na outra, como se ele fosse o patrão e dono da propriedade, chegando até a dar ordens ao mordomo/motorista. E a madame aceita e concorda com tudo que ele faz, inclusive humilhar seu antigo empregado, o motorista/mordomo. A madame é muito rica, mas não tem uma única cozinheira ou empregada. Nos fazendo crer que todo o trabalho da casa é realizado pelo mordomo. Pasmem. rs A cereja do bolo fica por conta do personagem Mike Webber (Justin Deas, que aliás, nem foi adicionado ao elenco, quando esse filme foi cadastrado aqui no Filmow). O personagem se acha um exímio mestre da sedução. A cada cena, parece que ele é capaz de levar qualquer mulher pra cama num estalar de dedos, e o pior, é que, a maioria das personagens femininas da trama se sentem mesmo atraídas por ele. Pra falar a verdade, algumas parecem até estar no cio, kkkk de tanto que se ensinuam para o cara. Enfim... o filme tenta ser sério, mas não dá pra dar credibilidade. Assista e esqueça os mínimos detalhes que eu descrevi acima.
Um filme de suspense dos saudosos anos 80, estrelado pela já falecida atriz Suzanne Pleshette e pelo competente ator Tom Atkins.
"No Limiar do Perigo", de longe, não é dos melhores filmes de suspense que eu já pude assistir e quando li a sinopse dele achei que fosse bem mais tenso e interessante, mas o que vemos na tela não é nada disso.
Os protagonistas "seguram" um pouco o filme, mas a historia nada a ver e o desenrolar dela é muito fraco!
O filme é demasiadamente arrastado!
Voltando a falar de elenco, o filme ainda conta com dois bons nome da época que são os veteranos atores Paul Benjamin e Kenneth Welsh.
Apenas o final do filme conta com alguma dose de ação e tensão e olha lá!
A direção do filme ficou nas mãos do diretor Robert Michael Lewis
Por essa sinopse, não esperava um suspense sensacional, mas também não imaginava algo tão fraquinho. O filme não tem nenhum momento verdadeiramente tenso e aflitivo. É tudo muito básico. A personagem principal incomoda por sua credulidade exagerada. Aliás, não reconheci Suzanne Pleshette, 24 anos depois dela interpretar Annie Hayworth em "Os Pássaros" (1963), de Hitchcock.
Quando eu vi pela primeira vez fiquei encantado, revendo agora eu posso afirmar que o motivo do encanto foi mesmo a lindíssima Suzanne Pleshette, que rouba a cena no papel de uma amaciada e frágil viúva milionária.
É um teleplay acima da média, um tanto soft; e até mais emblemático do que poderia ser.
Mesmo assim tenho um certo carinho por essa fita e adoro o filme apesar das deficiências e limitações.
RECOMENDO!
CINE VHS REVISTO> 06/06/2023
É bonzinho, mas bastante previsível.
Desde o início desconfiei de que o Richard (Kenneth Welsh) estava envolvido na "aparição" daquele cara estranho metido a gato (e que nem era tão gato assim, ao contrário), que "esbarrou por acaso" na Kate (Suzanne Pleshette), no aeroporto. Depois disso, logo, logo ele se torna seu caseiro/amante e está na cara que ele é um típico golpista. O mais absurdo de tudo é que, antes mesmo deles se tornarem amantes, já fazem as refeições juntos, ele sentado numa cabeceira da mesa, ela na outra, como se ele fosse o patrão e dono da propriedade, chegando até a dar ordens ao mordomo/motorista. E a madame aceita e concorda com tudo que ele faz, inclusive humilhar seu antigo empregado, o motorista/mordomo. A madame é muito rica, mas não tem uma única cozinheira ou empregada. Nos fazendo crer que todo o trabalho da casa é realizado pelo mordomo. Pasmem. rs A cereja do bolo fica por conta do personagem Mike Webber (Justin Deas, que aliás, nem foi adicionado ao elenco, quando esse filme foi cadastrado aqui no Filmow). O personagem se acha um exímio mestre da sedução. A cada cena, parece que ele é capaz de levar qualquer mulher pra cama num estalar de dedos, e o pior, é que, a maioria das personagens femininas da trama se sentem mesmo atraídas por ele. Pra falar a verdade, algumas parecem até estar no cio, kkkk de tanto que se ensinuam para o cara. Enfim... o filme tenta ser sério, mas não dá pra dar credibilidade. Assista e esqueça os mínimos detalhes que eu descrevi acima.
Um filme de suspense dos saudosos anos 80, estrelado pela já falecida atriz Suzanne Pleshette e pelo competente ator Tom Atkins.
"No Limiar do Perigo", de longe, não é dos melhores filmes de suspense que eu já pude assistir e quando li a sinopse dele achei que fosse bem mais tenso e interessante, mas o que vemos na tela não é nada disso.
Os protagonistas "seguram" um pouco o filme, mas a historia nada a ver e o desenrolar dela é muito fraco!
O filme é demasiadamente arrastado!
Voltando a falar de elenco, o filme ainda conta com dois bons nome da época que são os veteranos atores Paul Benjamin e Kenneth Welsh.
Apenas o final do filme conta com alguma dose de ação e tensão e olha lá!
A direção do filme ficou nas mãos do diretor Robert Michael Lewis
Não recomendo!
Ano - 1987
Por essa sinopse, não esperava um suspense sensacional, mas também não imaginava algo tão fraquinho. O filme não tem nenhum momento verdadeiramente tenso e aflitivo. É tudo muito básico. A personagem principal incomoda por sua credulidade exagerada. Aliás, não reconheci Suzanne Pleshette, 24 anos depois dela interpretar Annie Hayworth em "Os Pássaros" (1963), de Hitchcock.
Não convence o fato de Richard Miller armar toda aquela trama para matar Kate. Não bastava contratar um assassino para fazer o serviço e pronto?
Assim como outras pessoas que comentaram, também assisti por um arquivo TVRip, do Corujão da TV Globo. Muito interessante ver os comerciais da época.
Que gatoooooooo. Um filme gostoso de assistir