A Subida (The Climb). Direção Michael Angelo Covino. É um filme que aborda a amizade masculina e, também, os relacionamentos tóxicos no decorrer da vida. É um filme que nos faz pensar bastante em nossa vida, pois nos identificamos com os protagonistas em vários momentos. Mike e kyle são amigos desde de infância, mas são opostos em seus pensamentos e ideais. Mike é depressivo e autodepreciativo e tem comportamento tóxico. Já Kyle é um homem esquisito, mas doce, que tem como característica principal sua ingenuidade. O diretor fez uma mistura de comédia com drama, na realidade está mais para um drama de relacionamentos entre amigos e família. A fotografia é deslumbrante, muito linda, trilha sonora também maravilhosa. Nota 8,5.
Amei muito essa câmera que não para, sempre saindo de um lugar para o outro ao invés de cortar e os caminhos inusitados que a história segue, surpreendendo bastante em alguns momentos. Isso foi tão bom que quase compensa ser meio arrastado, as cenas musicais deslocadas e o fato do Mike ser a pior pessoa do mundo, deus me livre de uma "amizade" dessas!
Quando eu li a sinopse eu achei que seria um daqueles filmes com um humor mais pesado, mas ainda assim engraçado. Percebi diversas tentativas de fazer isso, mas todas fracassaram.
Estrelinha somente por causa das cenas com bicicleta.
Começa bem o filme na tal "subida". Dois amigos andam de bicicleta numa competição e já no começo, percebemos que a relação deles é das mais inusitadas, sempre entre "tapas e abraços". Depois das pedaladas entramos no universo dos dois amigos e dá-lhe então um filme modorrento daqueles bem difíceis de ver até o final. Eu consegui assistir, mas desaconselho a fazer o mesmo.
A Subida (The Climb). Direção Michael Angelo Covino. É um filme que aborda a amizade masculina e, também, os relacionamentos tóxicos no decorrer da vida. É um filme que nos faz pensar bastante em nossa vida, pois nos identificamos com os protagonistas em vários momentos. Mike e kyle são amigos desde de infância, mas são opostos em seus pensamentos e ideais.
Mike é depressivo e autodepreciativo e tem comportamento tóxico. Já Kyle é um homem esquisito, mas doce, que tem como característica principal sua ingenuidade. O diretor fez uma mistura de comédia com drama, na realidade está mais para um drama de relacionamentos entre amigos e família. A fotografia é deslumbrante, muito linda, trilha sonora também maravilhosa. Nota 8,5.
Amei muito essa câmera que não para, sempre saindo de um lugar para o outro ao invés de cortar e os caminhos inusitados que a história segue, surpreendendo bastante em alguns momentos. Isso foi tão bom que quase compensa ser meio arrastado, as cenas musicais deslocadas e o fato do Mike ser a pior pessoa do mundo, deus me livre de uma "amizade" dessas!
Quando eu li a sinopse eu achei que seria um daqueles filmes com um humor mais pesado, mas ainda assim engraçado. Percebi diversas tentativas de fazer isso, mas todas fracassaram.
Estrelinha somente por causa das cenas com bicicleta.
Começa bem o filme na tal "subida". Dois amigos andam de bicicleta numa competição e já no começo, percebemos que a relação deles é das mais inusitadas, sempre entre "tapas e abraços". Depois das pedaladas entramos no universo dos dois amigos e dá-lhe então um filme modorrento daqueles bem difíceis de ver até o final. Eu consegui assistir, mas desaconselho a fazer o mesmo.
Que filme bobo, tirando meia dúzia de bons diálogos, é um filme muito sem lógica.