Dirigido pela dupla Freddie Francis e Ken Wiederhorn, ambos conhecidos por produções de terror, onde o primeiro citado se destaca mais, A Torre do Crime é um filme de suspense sobrenatural, que possui uma proposta interessante, mas uma execução que não passa de regular. Um ponto que chama bastante atenção é tudo que envolve a parte sonora do filme, em diversos momentos são fundamentais para passar a imersão do espectador nos acontecimentos vividos pelos protagonistas. Vindo de uma década recheada de obras do gênero, A Torre do Crime acaba não se destacando assim, sendo uma opção para quem busca algo fora do óbvio, mas no geral consegue aceitar uma obra apenas regular.
"Ele nunca a deixou. A morte foi apenas uma mudança de endereço."
A utilização do arranha-céu em Barcelona confere um isolamento vertical claustrofóbico muito eficaz. O prédio é, genuinamente, um personagem
Moriarty oferece uma performance deliciosamente peculiar. Ele recusa o heroísmo tradicional, optando por tiques nervosos e um charme blasé que prende a atenção
A ideia de que um espírito maligno assombre um triunfo reluzente da arquitetura corporativa moderna é conceitualmente fascinante (antecipando temas que Poltergeist III também explorou)
Assistido hoje(20/04/26) e pela primeira vez esse fraco filme que parece um telefilme. “A Torre Negra” é um filme obscuro que tinha muito potencial, mas desperdiçou toda a interessante ideia de um prédio maligno devido a atuações realmente fracas, um roteiro apático, direção totalmente sem foco.
A decisão de tornar o espírito visível perto do final do filme foi uma escolha particularmente ruim: o espírito que antes parecia pelo menos um pouco assustador tornou-se completamente ridículo. Um desperdício de verdadeiros talentos da atuação: Jenny Agutter (desperdiçada), Carolyn Lynley (subaproveitada) e Michael Moriarty (reduzido a parecer mediano por um personagem vazio e um roteiro horrível).
Dirigido pela dupla Freddie Francis e Ken Wiederhorn, ambos conhecidos por produções de terror, onde o primeiro citado se destaca mais, A Torre do Crime é um filme de suspense sobrenatural, que possui uma proposta interessante, mas uma execução que não passa de regular. Um ponto que chama bastante atenção é tudo que envolve a parte sonora do filme, em diversos momentos são fundamentais para passar a imersão do espectador nos acontecimentos vividos pelos protagonistas. Vindo de uma década recheada de obras do gênero, A Torre do Crime acaba não se destacando assim, sendo uma opção para quem busca algo fora do óbvio, mas no geral consegue aceitar uma obra apenas regular.
** (Regular)
"Ele nunca a deixou. A morte foi apenas uma mudança de endereço."
A utilização do arranha-céu em Barcelona confere um isolamento vertical claustrofóbico muito eficaz. O prédio é, genuinamente, um personagem
Moriarty oferece uma performance deliciosamente peculiar. Ele recusa o heroísmo tradicional, optando por tiques nervosos e um charme blasé que prende a atenção
A ideia de que um espírito maligno assombre um triunfo reluzente da arquitetura corporativa moderna é conceitualmente fascinante (antecipando temas que Poltergeist III também explorou)
Modernidade Vs. Antiguidade. Controle e Relacionamentos Abusivos:. A Ilusão da Segurança.
A mudança da cadeira de diretor é palpável. Muda de tom bruscamente, passando de um thriller elegante para um terror slapstick de baixo orçamento
Efeitos Visuais Datados e Pobres
A entidade é inconsistente. Seus poderes variam não de acordo com uma regra interna do universo, mas pela conveniência da cena que precisa ser filmada
A soberba humana (Babel). A tentativa de tocar o céu sem a Graça.
O conflito entre a harmonia arquitetônica e a desordem moral.
Assistido hoje(20/04/26) e pela primeira vez esse fraco filme que parece um telefilme. “A Torre Negra” é um filme obscuro que tinha muito potencial, mas desperdiçou toda a interessante ideia de um prédio maligno devido a atuações realmente fracas, um roteiro apático, direção totalmente sem foco.
A decisão de tornar o espírito visível perto do final do filme foi uma escolha particularmente ruim: o espírito que antes parecia pelo menos um pouco assustador tornou-se completamente ridículo. Um desperdício de verdadeiros talentos da atuação: Jenny Agutter (desperdiçada), Carolyn Lynley (subaproveitada) e Michael Moriarty (reduzido a parecer mediano por um personagem vazio e um roteiro horrível).
Um cult esquecido: "Dark Tower", de 1987 https://youtu.be/D6fkNBxyEf4?si=9Q3QvBCa8F6GZT5u
Esse filme foi lançado em 1987. Durante 1988 rodou a europa e a questão de 1989 é a época em que foi lançado em vídeo nos EUA