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Sinopse
Seriado realizado por Ilma Fontes em comemoração ao aniversário da Tv Aperipê. Primeiro Seriado realizado em Sergipe, posteriormente conjugado como longa-metragem.
Na primeira vez em que vi este telefilme - o pioneiro do longa-metragem em nosso Estado - estranhei bastante, mas também fiquei fascinado: adorei o modo como a diretora enfatizou os "tempos mortos" da espera, enfocando gestos simples (a ajoelhada para urinar de Maria Bonita, por exemplo) com situações do cotidiano e conversas casuais. Há algo de empostado nalgumas interpretações e outras exageradamente espontâneas. A fotografia precisou adaptar-se aos recursos limitados, mas reconstituiu com vigor a época retratada. Uma bela homenagem à cidade de Poço Redondo e um tributo merecido a um dos mitos mais longevos do Nordeste. O olhar da cineasta é completamente simpático em relação ao personagem e prima pela participação feminina nas descrições de "causos" e percepções supersticiosas, afinal confirmadas. Na revisão, achei ótimo: puro Terceiro Cinema! (WPC>)
O que mais impressiona positivamente neste filme - para além de seus defeitos de produção, justificados pela dificuldade de uma iniciativa tão delicada e ousada num Estado sem tradição de produção cinematográfica - é o modo como a diretora, conhecida em Sergipe por sua louvável militância cultural, capta os detalhes humanos dos personagens retratados, não se furtando a mostrar personagens femininas urinando por exemplo... É defeituoso em mais de um aspecto, mas digno de aplauso em muitos outros. Um clássico! (WPC>)
Na primeira vez em que vi este telefilme - o pioneiro do longa-metragem em nosso Estado - estranhei bastante, mas também fiquei fascinado: adorei o modo como a diretora enfatizou os "tempos mortos" da espera, enfocando gestos simples (a ajoelhada para urinar de Maria Bonita, por exemplo) com situações do cotidiano e conversas casuais. Há algo de empostado nalgumas interpretações e outras exageradamente espontâneas. A fotografia precisou adaptar-se aos recursos limitados, mas reconstituiu com vigor a época retratada. Uma bela homenagem à cidade de Poço Redondo e um tributo merecido a um dos mitos mais longevos do Nordeste. O olhar da cineasta é completamente simpático em relação ao personagem e prima pela participação feminina nas descrições de "causos" e percepções supersticiosas, afinal confirmadas. Na revisão, achei ótimo: puro Terceiro Cinema! (WPC>)
O que mais impressiona positivamente neste filme - para além de seus defeitos de produção, justificados pela dificuldade de uma iniciativa tão delicada e ousada num Estado sem tradição de produção cinematográfica - é o modo como a diretora, conhecida em Sergipe por sua louvável militância cultural, capta os detalhes humanos dos personagens retratados, não se furtando a mostrar personagens femininas urinando por exemplo... É defeituoso em mais de um aspecto, mas digno de aplauso em muitos outros. Um clássico! (WPC>)