Nossa, mas que humorzinho besta, parece que assisti a um sitcom. Situações repetitivas, personagens abobados, historinha nula e desagradável. Mike Leigh tenta uma nova abordagem para temas que lhes são caros (conflitos familiares, falta de perspectiva, o cotidiano da classe trabalhadora), mas acaba costurando uma comédia dramática que não é engraçada nem emocionante.
Nicola rouba a cena. O seu mundo se expressa na contestação e no senso de humor corrosivo que fazem contraponto ao ambiente doméstico equilibrado.
Foi como enxergar a Claire, de Clube dos Cinco. A doçura sempre esteve nas duas personagens, mas primeiro precisavam se livrar de toda armadura que as impediam de se relacionarem saudavelmente.
Só quem foi um adolescente com síndrome de inadequação sabe o inferno que é se ajustar na suposta normalidade do convívio social.
"Não és bom, nem és mau: és triste e humano... Vives ansiando, em maldições e preces, Como se, a arder, no coração tivesses O tumulto e o clamor de um largo oceano."
- o filme inteiro vale pela conversa, ou melhor comida de rabo/lição de moral da mãe com a filha no final - nesse o diretor está um pouco mais comportado, então conseguimos nos identificar melhor com os personagens e participar mais apegados a trama
A Vida é (agri)doce na verdade, uma comédia dramática humanista com detalhes interessantes, apesar de eu ter achado xs personagens um pouco exageradxs , acho que foi proposital...enfim uma relíquia cinematográfica.
Nossa, mas que humorzinho besta, parece que assisti a um sitcom. Situações repetitivas, personagens abobados, historinha nula e desagradável. Mike Leigh tenta uma nova abordagem para temas que lhes são caros (conflitos familiares, falta de perspectiva, o cotidiano da classe trabalhadora), mas acaba costurando uma comédia dramática que não é engraçada nem emocionante.
Uma obra deveras insípida.
Nicola rouba a cena. O seu mundo se expressa na contestação e no senso de humor corrosivo que fazem contraponto ao ambiente doméstico equilibrado.
Foi como enxergar a Claire, de Clube dos Cinco. A doçura sempre esteve nas duas personagens, mas primeiro precisavam se livrar de toda armadura que as impediam de se relacionarem saudavelmente.
Só quem foi um adolescente com síndrome de inadequação sabe o inferno que é se ajustar na suposta normalidade do convívio social.
"Não és bom, nem és mau: és triste e humano...
Vives ansiando, em maldições e preces,
Como se, a arder, no coração tivesses
O tumulto e o clamor de um largo oceano."
Olavo Bilac
- o filme inteiro vale pela conversa, ou melhor comida de rabo/lição de moral da mãe com a filha no final
- nesse o diretor está um pouco mais comportado, então conseguimos nos identificar melhor com os personagens e participar mais apegados a trama
A Vida é (agri)doce na verdade, uma comédia dramática humanista com detalhes interessantes, apesar de eu ter achado xs personagens um pouco exageradxs , acho que foi proposital...enfim uma relíquia cinematográfica.
filmes que seriam muito melhor se fossem uma minissérie