Em 1920, na França, Irene procura o marido, desaparecido durante a Guerra. Seus caminhos se cruzam com os do Comandante Dellaplane, chefe do Bureau de Soldados Desaparecidos. O encontro pode representar uma nova chance para ambos.
"A Vida e Nada Mais" é um épico sem grandes cenas de batalha. Enquanto a maioria dos filmes de guerra se concentra no conflito em si (ou nos eventos que levaram ao conflito), este magistral drama dirigido por Bertrand Tavernier foca nos terríveis resultados de uma guerra sobre a população de um país. Philippe Noiret está excelente como o veterano militar encarregado de localizar e identificar soldados desaparecidos. Seu caminho cruza com uma rica mulher (Sabine Azéma), frustrada por não encontrar o marido depois de meses de busca. A direção de Tavernier (auxiliada pela montagem de Armand Psenny) mantêm a narrativa fluída mesmo com grande número de personagens entrando e saindo da tela. À destacar também a direção de arte de Guy-Claude François que ilustra bem os danos depois de quatro anos de guerra, como um teatro transformado em escritório militar e uma fábrica que passa a ser um hotel. Uma pérola que vale a pena ser redescoberta.
Produção francesa vencedora do BAFTA de melhor filme em língua não inglesa. Como sempre, mais uma atuação impecável do sempre ótimo Philippe Noiret (1930-2006) que, no mesmo ano, havia estrelado o clássico Cinema Paradiso (89).
A personagem de Irène de Courtil era originalmente para Fanny Ardant, mas ela teve que recusar por causa de sua gravidez. Bertrand Tavernier, em seguida, considerou Catherine Deneuve, mas ela já havia co-estrelado várias vezes com Philippe Noiret e acabou não confirmada. Então, o papel acabou indo para Sabine Azéma. O filme recebeu excelentes críticas tanto na Europa como nos EUA.
Intenso estudo de caráter de homens e mulheres impulsionado por uma obsessão avassaladora com o passado. Uma era do período do pós-guerra, que começa em janeiro de 1920, retratando fortemente uma passagem triste da guerra. O filme é maravilhoso, mesmo que com passagens lentas, sobre as conseqüências desta guerra. Formidável alegoria antiguerra ambientada no rescaldo da Primeira Guerra Mundial (1914-1918), que conta o doloroso trabalho de um soldado que dirige uma seção responsável pela busca e identificação de mortos em serviço.
"A Vida e Nada Mais" é um épico sem grandes cenas de batalha. Enquanto a maioria dos filmes de guerra se concentra no conflito em si (ou nos eventos que levaram ao conflito), este magistral drama dirigido por Bertrand Tavernier foca nos terríveis resultados de uma guerra sobre a população de um país. Philippe Noiret está excelente como o veterano militar encarregado de localizar e identificar soldados desaparecidos. Seu caminho cruza com uma rica mulher (Sabine Azéma), frustrada por não encontrar o marido depois de meses de busca.
A direção de Tavernier (auxiliada pela montagem de Armand Psenny) mantêm a narrativa fluída mesmo com grande número de personagens entrando e saindo da tela. À destacar também a direção de arte de Guy-Claude François que ilustra bem os danos depois de quatro anos de guerra, como um teatro transformado em escritório militar e uma fábrica que passa a ser um hotel.
Uma pérola que vale a pena ser redescoberta.
Produção francesa vencedora do BAFTA de melhor filme em língua não inglesa. Como sempre, mais uma atuação impecável do sempre ótimo Philippe Noiret (1930-2006) que, no mesmo ano, havia estrelado o clássico Cinema Paradiso (89).
A personagem de Irène de Courtil era originalmente para Fanny Ardant, mas ela teve que recusar por causa de sua gravidez. Bertrand Tavernier, em seguida, considerou Catherine Deneuve, mas ela já havia co-estrelado várias vezes com Philippe Noiret e acabou não confirmada. Então, o papel acabou indo para Sabine Azéma. O filme recebeu excelentes críticas tanto na Europa como nos EUA.
Intenso estudo de caráter de homens e mulheres impulsionado por uma obsessão avassaladora com o passado. Uma era do período do pós-guerra, que começa em janeiro de 1920, retratando fortemente uma passagem triste da guerra. O filme é maravilhoso, mesmo que com passagens lentas, sobre as conseqüências desta guerra. Formidável alegoria antiguerra ambientada no rescaldo da Primeira Guerra Mundial (1914-1918), que conta o doloroso trabalho de um soldado que dirige uma seção responsável pela busca e identificação de mortos em serviço.