Um advogado bem sucedido se sente sufocado pela vida que leva. Um dia ele resolve não voltar para casa e se esconde no sótão, deixando a família e a rotina por meses.
Bicho, que doido esse filme! Realmente quando a gente morre essa é a realidade também. O tempo não para. O final ficou pras duas possibilidades. A mais certa é a segunda opção, pela reação delas. Muito doido e interessante!
O roteiro toca em pontos importantes mas deixa muito assunto pendente. O protagonista cansado de seu dia-a-dia resolve se afastar de tudo e deixar que sua família se vire para continuar a vida. Ótima atuação de Cranston.
Considero que já vi uma quantidade boa de filmes, mas confesso que poucos me deixaram tão sem palavras quanto esse aqui.
O protagonista é um idiota? Sim. Nos primeiros dez minutos da obra, já sabemos que não vamos gostar dele. Esse lado egoísta e dominador, por vezes até com pitadas de sadismo, é muito bem explorado pelo Bryan Cranston. Estaria mentindo se dissesse que não fiquei com raiva da atitude tomada pelo Wakefield, mas o filme passa a ideia de que ele foi preenchido por suas inseguranças e neuras, e não somente um cansaço da rotina. Por outro lado, por mais que questionemos esse comportamento, realmente acredito que todos nós já pensamos em algo parecido com o que ele fez: em fugir. Fugir de compromissos com outras pessoas, de relacionamentos instáveis, das responsabilidades pesadas de uma vida adulta... Somente fugir e tentar ver como seria a vida de outra forma. É o velho "E se?".
Daria uma nota mais alta se não fosse algumas partes que simplesmente foram inacreditáveis para mim, como por exemplo:
ninguém ter procurado no sotão? Pela lógica, se você está procurando uma pessoa, precisa ir em todos os locais possíveis. Mas até compreendo que pelo filme ser basicamente todo pela visão do Wakefield, focar em aspectos da procura não faria tanto sentido para a proposta.
Interessante e provocador. Aborda a solidão e o desapego pela vida em sociedade, de uma forma bastante pessimista, mas com um roteiro que de fato se propõe a debater essas questões dentro de uma realidade sufocante e como, em meio ao cotidiano, não percebemos o mal que fazemos ao outro e a nós mesmos.
Bicho, que doido esse filme! Realmente quando a gente morre essa é a realidade também. O tempo não para. O final ficou pras duas possibilidades. A mais certa é a segunda opção, pela reação delas. Muito doido e interessante!
O roteiro toca em pontos importantes mas deixa muito assunto pendente. O protagonista cansado de seu dia-a-dia resolve se afastar de tudo e deixar que sua família se vire para continuar a vida. Ótima atuação de Cranston.
Considero que já vi uma quantidade boa de filmes, mas confesso que poucos me deixaram tão sem palavras quanto esse aqui.
O protagonista é um idiota? Sim. Nos primeiros dez minutos da obra, já sabemos que não vamos gostar dele. Esse lado egoísta e dominador, por vezes até com pitadas de sadismo, é muito bem explorado pelo Bryan Cranston. Estaria mentindo se dissesse que não fiquei com raiva da atitude tomada pelo Wakefield, mas o filme passa a ideia de que ele foi preenchido por suas inseguranças e neuras, e não somente um cansaço da rotina. Por outro lado, por mais que questionemos esse comportamento, realmente acredito que todos nós já pensamos em algo parecido com o que ele fez: em fugir. Fugir de compromissos com outras pessoas, de relacionamentos instáveis, das responsabilidades pesadas de uma vida adulta... Somente fugir e tentar ver como seria a vida de outra forma. É o velho "E se?".
Daria uma nota mais alta se não fosse algumas partes que simplesmente foram inacreditáveis para mim, como por exemplo:
ninguém ter procurado no sotão? Pela lógica, se você está procurando uma pessoa, precisa ir em todos os locais possíveis. Mas até compreendo que pelo filme ser basicamente todo pela visão do Wakefield, focar em aspectos da procura não faria tanto sentido para a proposta.
Interessante e provocador. Aborda a solidão e o desapego pela vida em sociedade, de uma forma bastante pessimista, mas com um roteiro que de fato se propõe a debater essas questões dentro de uma realidade sufocante e como, em meio ao cotidiano, não percebemos o mal que fazemos ao outro e a nós mesmos.
Não entendi algumas avaliações aqui… o fato de o protagonista ser babaca, egoísta e louco reduzem a nota do filme?
Não sei exatamente o que dizer pq gostei de uns lances, mas tb achei o personagem meio babaca... mas é um filme tem provoca algumas reflexões....