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Julia (Valerie Azlynn), uma predadora virtual sedutora que encontra seu parceiro num encontro às cegas na internet, sem saber que ele esconde em seu perfil uma personalidade que mistura Ted Bundy e Hannibal Lecter. Ele a conduz para seu lar macabro, marca seu traseiro com um “X”, até ter início uma reviravolta com a participação da irmã mais nova de Julia, Jessica (Alicia Leigh Willis).
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Sem a mistura da leve comédia, não dá pra ver algo tão sórdido sem perturbação.
Tem aspecto de ser thrash,e ate é um pouco, mas me surpreendi que nao é tão ruim, a ideia é bem interessante, começa tão trivial que da aquela angustia, ok mais um filme de gato e rato psycho e garota, mas quando o plot vem, caras fica bem interessante...
Kevin manda muito bem como platinado derretido, muito mesmo, ate o jeitinho irônico de curtir as torturas fica muito bem, em imaginar um monte de filme gospel que vinha fazendo, nao lembro se foi depois ou antes, mas se foi depois ,com certeza esse filme ajudou na salvação do karma hehehe...
As garotas tem um paralelo, uma e boa pacas, uma britney surtada, e outra uma atriz pornô caras e bocas, que nao rende, fica realmente bem caricaturada, principalmente por se notar que no quesito inteligência a muie é tonta e desleixada..
O que se espera que a qualquer momento ela vai se estrepar por ela mesma, ai que entra o finalzinho que nao convence, e ver o ving rhames se prestando a isso ficou bem vergonha alheia, tosco...
Ou seja, apesar do filme ter essa áurea bem filme thrash, e ai entro em algo que vi um monte de critica, a obra nao foi feita para ganhar o festival de berlim, nem um urso de ouro, oscar, e o que vemos uma historia simples, de troca de papeis com muito sangue e boas cenas de luta...com kevin incrivelmente bem...
Ah é divertido, sem pé nem cabeça
Se perderam na premissa de vingança, e virou um fiasco de coisas nada haver com nada e sofrível de terminar.
Ideia interessante, mas a execução não é lá aquelas coisas, tem muita coisa patética e forçada, mas se desligar o cérebro e for fã de gore gratuito sem dúvida vale a pena ver.
Com um orçamento estimado em 4 milhões, o longa tem como estrela o ex-Hércules, Kevin Sorbo, como um serial killer que costuma sequestrar mulheres que conhece pela internet para depois matá-las, deixando uma marca na pele das vítimas. Julia poderia ser mais uma vítima do assassino, se não fosse sua capacidade de sobrevivência e intenções macabras. Nos primeiros vinte minutos, ela encontra meios para fugir em diversas situações, incluindo a própria morada do estranho e outros lugares abandonados, parecendo apenas mais uma survivor girl. O ponto de virada acontece quando ela tem a oportunidade de nocautear e sequestrá-lo, conduzindo-o até sua residência, onde sua sádica irmã Jéssica os aguarda.
Jéssica também quer ter a oportunidade de protagonizar sequestros, mas, por ser mais nova, é obrigada a seguir as orientações da irmã. Assim que acorda, o assassino percebe que escolheu a vítima errada, sofrendo inúmeras torturas, enquanto também tenta encontrar alguma maneira de fugir e contra-atacar. Assim, o banho de sangue comanda o longa, com as irmãs enfrentando o inimigo com os acessórios que possuem em casa, enquanto brigam entre si a respeito de eliminar ou não o homem, continuar torturando-o e o posto de líder.
P.J. Pettiette emprestou seu argumento para o especialista em efeitos especiais, Matt Cunningham (Tropas Estelares, 1997), escrever o roteiro. Apesar da boa ideia, o resultado não foi plenamente satisfatório, mesmo ao encher a tela de vermelho e criar lutas sangrentas entre frases de um simples encontro. Até mesmo a entrada de uma outra vítima na história, o mecânico Sam, não trouxe grandes mudanças no longa, até mesmo porque sua participação não acrescentou nada à produção. E também não haveria necessidade de mostrar o passados das irmãs para justificar sua raiva pelos homens, algo que o cinema de horror já provou não ser importante.
Kevin Sorbo é um ator bastante limitado, não convencendo em nenhum momento como serial killer sedutor — aliás, ele serviria muito bem para filmes pornô, principalmente na cena inicial no devaneio de Julia no banheiro. O destaque das atuações ficou por conta de Alicia, no papel de uma garota imprevisível e ousada, capaz de assumir o controle da situação e ainda se divertir com os confrontos. É ela que seduz o espectador e provoca as melhores cenas, permitindo uma avaliação não tão negativa para o longa.
Julia X tinha as ferramentas para se transformar numa grande produção, sempre lembrada pelos fãs do gênero, mas acabou caindo na mesmice tendo alguns problemas, como por exemplo a total ausência da polícia no longa, que nunca investigou as garotas e não surge em momento algum.