Dirigido por
Data de lançamento
10 Ago. 1974Duração
Numa pequena cidade do interior, um médico recém-chegado aceita o desafio de tentar derreter a prostituta mais fria da cidade: Maria Sorvete, mais interessada em chupar um picolé do que fazer sexo. Enquanto isto as mulheres traídas da cidade decidem dar o troco, apostando qual delas conseguirá conquistar primeiro o médico.
Este filme marca a estreia de José Mojica Marins na pornochanchada. Ele utilizou o pseudônimo de J. Avelar por ser um trabalho do qual não tinha nenhum orgulho.
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Pornochanchada muito fraca, humor abaixo da média, as cenas de nudez são poucas e mal aproveitado.
Realmente Algumas atrizes são muito bonitas.
Maria Sorvete, Malú, Entre outras.
Pensei que teria mais piadas como do sobrinho mudo, mas não, comédia só no início.
Bom filme para você !!!!!!!
Nada demais.
Um discreto deleite assistir um exemplar pitoresco da então até prolífera pornochanchada BR setentista.Vale mais pelo saudisimo de um tempo de outrora.
- 5/10
- tempo das vacas magras em que o Mojica teve que dirigir uma pornochanchada pra sair da pindaíba
- nem tem cara dos filmes do zé, tanto que ele até usou um pseudônimo na época
- é bem fraco, mas diverte um pouco
Bobagem pornochanchadesca dirigido por José Mojica Marins que utilizou um pseudônimo para esconder o seu constrangimento em dirigir um filme que destoa completamente de seu gênero habitual. Trivialmente, é uma filme machista igual a qualquer pornochanchada da época. Aqui, um macaco esperto chama atenção, assim, como os causos de putaria do médico machão e tarado. Inclusive, a da Maria Sorvete a mais mais fria da casa de prostíbulo, rende cenas engraçadas. Mostra ainda um litoral paulista, Ilha Bela, pacato. Mas, é uma pornohachada irregular, tendo outras melhores. O machismo exacerbado já nem me incomoda mais nestes filmes, pois, era a cultura da época. Enquanto a José Mojica Marins acredito que rodou esta fita de maneira mui acanhada.