Empregados de um zoológico, os irmãos gêmeos Oswald e Oliver passam a se dedicar obsessivamente aos estudos sobre a evolução das espécies utilizando animais mortos após perderem suas esposas em um acidente de carro. Buscando o sentido da vida nessas pesquisas, eles chegam até Alba, a única sobrevivente do acidente de suas mulheres, e acabam se envolvendo em um triângulo amoroso com ela.
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"Symetria ominus est". Um poema visual sobre simetria, arte, beleza e decomposição regado a um humor mórbido. Primeira contribuição do Greenway com o renomado fotógrafo Sacha Vierny (Noite e Neblina, Hiroshima mon amour, O Ano Passado em Marienbad). Para quem gosta dos jogos estéticos do diretor galês.
Muito bizarro e pouco objetivo.
Acho que são só devaneios do diretor que no fim, não deixam nenhuma reflexão.
Filme com imagens bonitas e texto afiado. Visto em 23.06.24
Havia assistido a este filme no Belas Artes, creio que nos anos oitenta. Lembro-me que havia ficado fascinado com o rigor e a simetria das imagens, pela luz e pela música, ainda que a trama seja mórbida e, algumas vezes, confusa. Mas continua fascinante, perturbador e hipnótico, Pena que não se faça mais este tipo de cinema.
Simetria, decomposição, criação e finitude. Greenaway é um dos diretores mais pretensiosos do cinema moderno. Como Godard, odeia o cinema, mas não param de fazer "filmes". Greenaway não passa de um grande cenógrafo afobado em mostrar erudição.