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Sinopse
Alice, de quinze anos, sempre foi uma boa católica, mas quando uma conversa inocente pela internet se torna inesperadamente picante, ela se vê de repente obcecada com a masturbação.
Uma comédia de amadurecimento afiada que expõe a hipocrisia e a culpa infundada de ambientes religiosos conservadores de forma leve e bem-humorada. Natalia Dyer entrega uma atuação excelente, e a ambientação dos anos 2000 traz uma nostalgia muito bem-vinda. Uma comédia independente simples, carismática e muito honesta na sua proposta.
O filme critica a religião de forma exagerada e até um tanto injusta. Eu compreendo que determinadas religiões criam regras excessivas, cobrando muito do povo e tornando a relação com Deus um fardo pesado de se carregar. Sabemos que esse tipo de coisa realmente existe em alguns ambientes religiosos, mas isso não se aplica a todos. O filme acaba, de certa forma, demonizando a religião e ainda trata tudo o que é moral como um tabu a ser quebrado. Não somos animais para agir apenas por instinto; há limites que não devem ser cruzados.
Filme sem desenvolvimento.Fica o tempo todo criando situações adolescentes sem rumo e quando parte pro assunto principal não sabe como fazer.O elenco é bastante irritante.
condenada pelo filme por ter se vingado. Acho muito irritante em filmes do gênero quando protagonistas sofrem horrores e são considerados errados quando revidam.
Assisti para comparar com Sharp Stick e não estava colocando muita fé. Bem, esse filme é um pouco melhor, mais refinado. Tem a Alisha Boe como coadjuvante e eu gosto bastante dela. Fizeram bem de situá-lo no passado, deixou um pouco mais focado. E essa adaptação do título foi bastante desnecessária... =/
No mais, pretendo ver o original europeu em breve também.
Uma comédia de amadurecimento afiada que expõe a hipocrisia e a culpa infundada de ambientes religiosos conservadores de forma leve e bem-humorada. Natalia Dyer entrega uma atuação excelente, e a ambientação dos anos 2000 traz uma nostalgia muito bem-vinda. Uma comédia independente simples, carismática e muito honesta na sua proposta.
O filme critica a religião de forma exagerada e até um tanto injusta. Eu compreendo que determinadas religiões criam regras excessivas, cobrando muito do povo e tornando a relação com Deus um fardo pesado de se carregar. Sabemos que esse tipo de coisa realmente existe em alguns ambientes religiosos, mas isso não se aplica a todos. O filme acaba, de certa forma, demonizando a religião e ainda trata tudo o que é moral como um tabu a ser quebrado. Não somos animais para agir apenas por instinto; há limites que não devem ser cruzados.
Filme sem desenvolvimento.Fica o tempo todo criando situações adolescentes sem rumo e quando parte pro assunto principal não sabe como fazer.O elenco é bastante irritante.
>Assistido em 27 de Agosto de 2025
Uma coisa que me surpreendeu positivamente foi que a Alice não foi
condenada pelo filme por ter se vingado. Acho muito irritante em filmes do gênero quando protagonistas sofrem horrores e são considerados errados quando revidam.
Assisti para comparar com Sharp Stick e não estava colocando muita fé. Bem, esse filme é um pouco melhor, mais refinado. Tem a Alisha Boe como coadjuvante e eu gosto bastante dela. Fizeram bem de situá-lo no passado, deixou um pouco mais focado. E essa adaptação do título foi bastante desnecessária... =/
No mais, pretendo ver o original europeu em breve também.