Riley, a biracial girl in her final week of college, goes to great lengths to win the affections of a boy from her hometown of Philly, and ends up having to confront her escalating anxieties about her love life, family, and future.
Há um poder que conferimos aos outros de modificar a forma como percebemos o futuro. Não existe outro lugar que não nas relações, mas tem formas menos sofridas de habitar nelas. Esse filme me mostra essa possibilidade depois de muita angústia
Coitada da Riley: fora atrás de fora! Mas o que mais mexeu com ela foi o fato de o namorado a trocar por outra. O pior é que a maioria das mulheres é assim: só fica bem se tiver um namorado. Ou é o ser humano que é assim, só que pros homens é mais fácil estar acompanhado? O filme mostra que os homens se acham os tais. No final, Riley parece ter que vai ser menos fácil.
É gostosinho de assistir. Funciona bem como uma espécie de retrato geracional. A vida ali acontecendo nos anos de amadurecimento do fim de faculdade. É essa coisa meio perdida, meio doida que a gente não sabe como agir, o que fazer e tem um medo danado do futuro. São sempre esses sentimentos dúbios, esse labirinto de festas e pessoas e provas encontros e desencontros que sacodem nossa velha adolescência balançando a alma numa saudade de si mesma e daquilo que está por vir.
"You're such a.. a millennial."
Lição importante reforçada aqui: usar camisinha sempre.
Há um poder que conferimos aos outros de modificar a forma como percebemos o futuro. Não existe outro lugar que não nas relações, mas tem formas menos sofridas de habitar nelas. Esse filme me mostra essa possibilidade depois de muita angústia
Coitada da Riley: fora atrás de fora! Mas o que mais mexeu com ela foi o fato de o namorado a trocar por outra. O pior é que a maioria das mulheres é assim: só fica bem se tiver um namorado. Ou é o ser humano que é assim, só que pros homens é mais fácil estar acompanhado? O filme mostra que os homens se acham os tais.
No final, Riley parece ter que vai ser menos fácil.
queria ter me identificado menos.
a monogamia é um saco e a vida adulta também.
É gostosinho de assistir. Funciona bem como uma espécie de retrato geracional. A vida ali acontecendo nos anos de amadurecimento do fim de faculdade. É essa coisa meio perdida, meio doida que a gente não sabe como agir, o que fazer e tem um medo danado do futuro. São sempre esses sentimentos dúbios, esse labirinto de festas e pessoas e provas encontros e desencontros que sacodem nossa velha adolescência balançando a alma numa saudade de si mesma e daquilo que está por vir.