No futuro de 2017, num campo de quarentena para refugiados situado em Boston, um assassino escapa do hospital contaminado com um vírus perigoso e altamente letal. Ele se refugia num prédio em ruínas, onde será perseguido por quatro policiais que não fazem ideia do risco que enfrentam.
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A trama acompanha um grupo de policiais que persegue um mutante canibal pelas ruínas de Boston (embora o filme tenha sido filmado na Eslováquia, o que gera inconsistências visuais, como a presença da palavra "Polícia" em romeno nos uniformes). (...) A galerinha enfrentou problemas significativos na pós-produção. Originalmente, o filme se passava na Romênia, mas a Dimension Films, sob ordens de Bob Weinstein, exigiu mudanças no enredo e novos diálogos para forçar a ideia de que a história acontecia nos EUA. Isso resultou em um corte de 76 minutos (contra os 100 minutos da versão europeia) e na diminuição da participação de Christopher Lambert, que já tinha uma agenda restrita. Como resultado, o filme parece um apanhado caótico de cenas costuradas sem muita coerência. Apesar dessas falhas, a edição curta pode até jogar a favor do filme, pois mantém a ação contínua e evita momentos excessivamente arrastados. No entanto, o clímax é mal editado, com Lambert visivelmente substituído por um dublê. O vilão mutante, que parece uma mistura de Chop-Top ("O Massacre da Serra Elétrica 2") e o Toxic Avenger, dá um toque B ao filme, que não escapa de ser uma produção esquecível, mas curiosamente assistível para quem gosta de sci-fi trash raíz dos anos 90.
O Pyun já fez coisa muito melhor, mai também já fez coisa pior. E o que mais me impressionou foi a mira do mutante, lazarento num disperdiço uma bala. Só achei que faltou mostrar mais da aberração "se divertindo" com as suas vítimas fêmeas, adicionaria um elemento de tensão a mais ali
Olha, povoava uma cidade de filhos com a Natasha, que mulher linda, a única coisa que salva essa obra, e se a única coisa que salva e a beleza de uma protagonista em um filme de meso terror futurista, e que o negocio e brabo.
Baxissimo orçamento, em um futuro que a policia dirige um fiat 147 e se veste como segurança de banco, um protagonista do filme pânico na floresta toca o terror, matando vários policiais e deixando moçoilas de calcinha, com seus olhos de bala soft e boca cheia de gosminha do babaloo, Para poupar grana vamos filmar o futuro em prédios abandonados, naquele sistema claustrofóbico, e depois em câmaras de esgoto mais escuras possíveis, para encobrir os defeitos especiais.
Que obra medonha, não se tem tensão, suspense, nada, a coisa aqui e ruim, mal executado, canastrão, Lambert revive seu highlander levando 7, sim SETE, tiros e fica de boas, nada que band daid da Mônica não resolva. Ainda bem que não teve parzinho romântico vuco vuco, Nunca uma Natasha faria coito com um Lambert, pelo menos torço.
A escuridão para mim não atrapalhou pois assisti-o em cópia boa e em widescreen, mas o filme bem ruinzinho mesmo, com personagens burros, diálogos sofríveis, má direção,
péssima câmera. Poderia ter sido um bom filme B mas a execução é muito ruim.
Fechando a noite em 20/01/23 revisando Adrenalina. Lambert perdido nos corredores de um presídio abandonado caça um portador de um vírus mortal. A surra recebida no escuro é grande, fora os balacos na bunda. O bicho bate em todo mundo... nesses becos escuros ele é o BICHÃO. Filme tosco, rápido que vale a pena, mas deve ser assistido com uma vela na mão, senão não se enxerga nada.