Badh é uma agente secreta francesa encarregada de eliminar um poderoso traficante de armas na Síria. Traída pela DGSE, ela desaparece sem deixar rasto e refaz sua vida em Marrocos até o dia em que seu marido é alvo.
Filme assistido, domingo, 17 de maio de 2026. Tive que incluir aqui no comentário porque o site excluiu minha avaliação injustamente, sem nenhuma explicação plausível.
Este foi o 13º lançamento que vi em 2026. Vi no áudio original em francês e legendado.
A história é sobre uma ex-agente secreta que se torna alvo de um traficante de armas após matar os dois filhos dele para vingar a tentativa de homicídio de seu marido, um policial que entrou em coma. O roteiro tem muita coisa forçada, desde a motivação da protagonista para voltar à ativa até as conexões sobre o seu passado e presente.
Mas, na parte da ação, o longa funciona bem — só não gostei de uma cena de explosão em cgi. É nítida a influência do estilo de espionagem e ação da franquia Bourne, com destaque para a cena espetacular de perseguição de moto, a minha favorita do filme. O ritmo é bom e, como é extremamente curto, não é cansativo de acompanhar.
Não conhecia a atriz Marine Vacth; ela conduz muito bem a narrativa, com uma boa atuação e carisma como protagonista. O diretor desconhecido Guillaume de Fontenay demonstrou domínio no gênero — vou ficar de olho nele. O roteiro poderia ser melhor, mas o filme me entreteve e me divertiu muito mais do que muitas bombas que lançaram neste ano.
É um filme francês assistível para quem não for muito exigente.
Alguns cenas de ação padrão, nada diferente e ritmo ágil.
Vale a conferida, mas não tem nada de mais.
13-06-2026
Filme assistido, domingo, 17 de maio de 2026. Tive que incluir aqui no comentário porque o site excluiu minha avaliação injustamente, sem nenhuma explicação plausível.
Este foi o 13º lançamento que vi em 2026. Vi no áudio original em francês e legendado.
A história é sobre uma ex-agente secreta que se torna alvo de um traficante de armas após matar os dois filhos dele para vingar a tentativa de homicídio de seu marido, um policial que entrou em coma. O roteiro tem muita coisa forçada, desde a motivação da protagonista para voltar à ativa até as conexões sobre o seu passado e presente.
Mas, na parte da ação, o longa funciona bem — só não gostei de uma cena de explosão em cgi. É nítida a influência do estilo de espionagem e ação da franquia Bourne, com destaque para a cena espetacular de perseguição de moto, a minha favorita do filme. O ritmo é bom e, como é extremamente curto, não é cansativo de acompanhar.
Não conhecia a atriz Marine Vacth; ela conduz muito bem a narrativa, com uma boa atuação e carisma como protagonista. O diretor desconhecido Guillaume de Fontenay demonstrou domínio no gênero — vou ficar de olho nele. O roteiro poderia ser melhor, mas o filme me entreteve e me divertiu muito mais do que muitas bombas que lançaram neste ano.
É um filme francês assistível para quem não for muito exigente.
O clássico gênero ação, que começa do nada e vai para lugar nenhum, que é só tiro porrada e correria. É melhor com uma mulher.