Pepe Le Moko é um perigoso bandido que ao descobrir que a polícia está em seu encalço, resolve se esconder, mas comete um grande erro ao deixar seu esconderijo pelo amor de uma bela mulher.
Vi uma versão colorizada no YT. Tem boas atuações, principalmente da atriz coadjuvante, Vale pelas locações sinuosas e por ser um filme bem acessível em termos de ritmo e preenchimento com diálogos, ainda que o roteiro seja simples.
"Argélia", de 1938, é um remake do clássico cult francês "O Demônio da Argélia", estrelado por Jean Gabin, em 1937, um ano antes. Esta versão de 38, tem no elenco Hedy Lamarr e Charles Boyer, em desempenhos marcantes. Só lamento pelo roteiro um tanto arrastado e monótono. O filme entrega uma atmosfera sombria, mas com trama rocambolesca e simplista. "Argélia", não empolga e muito menos cativa o expectador saudosista. Contudo, serve como um passatempo despretensioso três estrelas. Vi-o pela primeira vez na nanica Rede NGT, no final de 2003, numa sessão vespertina. Ultimamente, tá disponível no Youtube em P&B.
Versão americana exótica e satisfatória do filme francês "Pepe Le Moko"(1937), Pepe Le Moko (Charles Boyer) é um ladrão escondido das autoridades francesas no obscuro submundo de Casbah, em Argel. É impossível encontrá-lo e suas joias roubadas nas estreitas passagens da Casbah. Ele se apaixona pela bela parisiense Gaby (Hedy Lamarr) e anseia por voltar aos bulevares abertos de Paris com ela enfurecendo sua ciumenta amante cigana Inês. Com a escuridão de um filme noir, você pode quase sentir o cheiro das especiarias exóticas, sem dúvida, flutuando pelas ruas apertadas dos piores bairros de Argel, enquanto a ação incrivelmente se desenrola. Este é um clássico esquecido ofuscado pelo ícone posterior Casablanca.
Vi uma versão colorizada no YT. Tem boas atuações, principalmente da atriz coadjuvante, Vale pelas locações sinuosas e por ser um filme bem acessível em termos de ritmo e preenchimento com diálogos, ainda que o roteiro seja simples.
"Argélia", de 1938, é um remake do clássico cult francês "O Demônio da Argélia", estrelado por Jean Gabin, em 1937, um ano antes. Esta versão de 38, tem no elenco Hedy Lamarr e Charles Boyer, em desempenhos marcantes. Só lamento pelo roteiro um tanto arrastado e monótono. O filme entrega uma atmosfera sombria, mas com trama rocambolesca e simplista. "Argélia", não empolga e muito menos cativa o expectador saudosista. Contudo, serve como um passatempo despretensioso três estrelas. Vi-o pela primeira vez na nanica Rede NGT, no final de 2003, numa sessão vespertina. Ultimamente, tá disponível no Youtube em P&B.
Adoro Hedy Lamar mas achei esse filme enfadonho demais. Que pena.
Versão americana exótica e satisfatória do filme francês "Pepe Le Moko"(1937), Pepe Le Moko (Charles Boyer) é um ladrão escondido das autoridades francesas no obscuro submundo de Casbah, em Argel. É impossível encontrá-lo e suas joias roubadas nas estreitas passagens da Casbah. Ele se apaixona pela bela parisiense Gaby (Hedy Lamarr) e anseia por voltar aos bulevares abertos de Paris com ela enfurecendo sua ciumenta amante cigana Inês.
Com a escuridão de um filme noir, você pode quase sentir o cheiro das especiarias exóticas, sem dúvida, flutuando pelas ruas apertadas dos piores bairros de Argel, enquanto a ação incrivelmente se desenrola.
Este é um clássico esquecido ofuscado pelo ícone posterior Casablanca.
Um bom filme porem porem prefiro a versão original com Jean gabin esse sim sera sempre meu pepe le moko favorito!