Achei fraquinho. Até fiquei na dúvida de qual nota eu daria. Apesar de ser movimentado, com tiros, perseguições e algumas lutas, não tem uma cena marcante que empolgue quem tá assistindo. Com certeza é um filme de ação esquecível, pra se assistir apenas uma vez e olhe lá.
Conspirações politicas, jogo de interesses, ação, drama e um protagonista com sede de vingança. Essa premissa pega a gente pelo bico, mas por favor, por favor Netflix, não faz mais filmes assim não, Acho que em algum lugar do mundo, deve ter mais um escritor alcoólatra, por causa dessas adaptações.
"Alma de Caçador" é um filme de catalogo, se é que se pode chamar isso de filme, acho que "Produto", é a forma mais adequada de se tratar uma produção dessa, pois é assim que eles chamam seus filmes. Dirigido por Mandla Dube, o filme apresenta todo enredo já visto no cinema em filmes de agente secreto, mas a forma que ele trata a história deixa muito a desejar. O filme tem um trama interessante, e por ser fora do circuito EUA, Europa e Ásia, o filme fica com um atrativo á mais, pois dificilmente a África está no roteiro de produções do tipo.
A trama, mostra Zuko (Bonko Khoza), um homem envolvido numa disputa politica tensa, com Mtima (Sisanda Henna), candidato a presidência da África do Sul, que no passado cometeu atrocidades junto com um grupo armado. Tentando expor toda essa história, Zuko tem sua família sequestrada, que faz ele correr mais contra o tempo para resgata-los, e reunir provas expondo a bagaceira toda desse bandido.
Tem boas cenas de ação, com muita perseguição, lutas bem coreografadas e tiroteio, mas dentro de toda uma narrativa diversas vezes contada no cinema, onde mostra a jornada do herói com todo corre corre que ela tem, mas por apresentar nenhum elemento novo ou melhor, essas cenas acabam cansando muito e jogando nossas expectativas, pro balaio dos filmes genéricos do genero.
Depois que você percebe que "Alma de Caçador" é mais um filme para encher catalogo da Netflix, você aperta o botão do "Foda-se" no peito, e vai curtindo o genéricão até a morte. Tem a jornada de herói sem muito rodeio, uma subtrama que demoram pra fazer sentido, outra que é um pé no saco. O filme tenta apelar pra um contexto histórico do apartheid, mas força alguma. O final, acontece tudo que se espera de um filme assim.
Acho que única original de "Alma de Caçador", é o protagonista usar uma ponta de lança em suas lutas, porque o resto do filme repete todos os clichês que existe no genero. Acho que os serviços de streaming pensam em fazer filmes e séries, usando camadas de arte, cultura e entretenimento. Os filmes chamados de produtos, eles fazem a rodo, usando toda uma estrutura pronta de roteiro, direção e elenco. Mudam os países, mas o molde é o mesmo. Acredito que uma produção africana raiz, passaria com Serengeti inteiro num filme como esse.
"Alma de Caçador" é um filme africano para americano ver. Entretém, distrai e diverte. O "Animal Kingdom" na Disney, faz a mesma coisa.
Apesar da clichezada esse filme não me agradou.
Achei fraquinho. Até fiquei na dúvida de qual nota eu daria. Apesar de ser movimentado, com tiros, perseguições e algumas lutas, não tem uma cena marcante que empolgue quem tá assistindo. Com certeza é um filme de ação esquecível, pra se assistir apenas uma vez e olhe lá.
Tem Alguns Spoilers...
Conspirações politicas, jogo de interesses, ação, drama e um protagonista com sede de vingança. Essa premissa pega a gente pelo bico, mas por favor, por favor Netflix, não faz mais filmes assim não, Acho que em algum lugar do mundo, deve ter mais um escritor alcoólatra, por causa dessas adaptações.
"Alma de Caçador" é um filme de catalogo, se é que se pode chamar isso de filme, acho que "Produto", é a forma mais adequada de se tratar uma produção dessa, pois é assim que eles chamam seus filmes. Dirigido por Mandla Dube, o filme apresenta todo enredo já visto no cinema em filmes de agente secreto, mas a forma que ele trata a história deixa muito a desejar. O filme tem um trama interessante, e por ser fora do circuito EUA, Europa e Ásia, o filme fica com um atrativo á mais, pois dificilmente a África está no roteiro de produções do tipo.
A trama, mostra Zuko (Bonko Khoza), um homem envolvido numa disputa politica tensa, com Mtima (Sisanda Henna), candidato a presidência da África do Sul, que no passado cometeu atrocidades junto com um grupo armado. Tentando expor toda essa história, Zuko tem sua família sequestrada, que faz ele correr mais contra o tempo para resgata-los, e reunir provas expondo a bagaceira toda desse bandido.
Tem boas cenas de ação, com muita perseguição, lutas bem coreografadas e tiroteio, mas dentro de toda uma narrativa diversas vezes contada no cinema, onde mostra a jornada do herói com todo corre corre que ela tem, mas por apresentar nenhum elemento novo ou melhor, essas cenas acabam cansando muito e jogando nossas expectativas, pro balaio dos filmes genéricos do genero.
Depois que você percebe que "Alma de Caçador" é mais um filme para encher catalogo da Netflix, você aperta o botão do "Foda-se" no peito, e vai curtindo o genéricão até a morte. Tem a jornada de herói sem muito rodeio, uma subtrama que demoram pra fazer sentido, outra que é um pé no saco. O filme tenta apelar pra um contexto histórico do apartheid, mas força alguma. O final, acontece tudo que se espera de um filme assim.
Acho que única original de "Alma de Caçador", é o protagonista usar uma ponta de lança em suas lutas, porque o resto do filme repete todos os clichês que existe no genero. Acho que os serviços de streaming pensam em fazer filmes e séries, usando camadas de arte, cultura e entretenimento. Os filmes chamados de produtos, eles fazem a rodo, usando toda uma estrutura pronta de roteiro, direção e elenco. Mudam os países, mas o molde é o mesmo. Acredito que uma produção africana raiz, passaria com Serengeti inteiro num filme como esse.
"Alma de Caçador" é um filme africano para americano ver. Entretém, distrai e diverte. O "Animal Kingdom" na Disney, faz a mesma coisa.
Horrível
Bom filme de ação clássica, com tiros, perseguições e lutas, escrito pelo romancista e roteirista sul-africano Deon Meyer.