Daquelas concepções que só podem sair de uma mente cheia de titica de galinha. Típico de um diretor que não tem nada a dizer e faz um esforço danado para posar de intelectual e entrega uma bosta desta. Isso aqui é anti-cinema , o que me incomoda ainda mais pelo fato de que eu sou apaixonado por cinema e penso que um suposto diretor de cinema também deveria o ser. Todavia seu filme é uma prova viva de que aquilo que faz do cinema uma arte, o tal do Garrel do alto de sua ignorância, ignora.
Aquele filme que proporciona ao espectador tão pouco contexto que se torna totalmente refém de explicações. Ao invés de extrair impacto de sua poética acaba perdendo força em seu hermetismo. Continha uma ideia forte e delicada, mas é o clássico exemplo de quando o resultado final passa do ponto
Uma obra definida como um filme-retrato, no qual os enquadramentos, prevalentemente fixos, capturam as expressões e os olhares dos protagonistas que, em alguns momentos, voltam-se diretamente para a câmera, quase interrogando-a. O rosto silencioso de Jean Seberg é mostrado por Garrel como uma tela porosa, cuja superfície quase transparente reflete as imperfeições e a granulosidade da película, acentuando sua materialidade e, portanto, sua finitude. O silêncio transfere a atenção do espectador para a expressividade dos rostos filmados, com todas suas particularidades e, em geral, para os elementos plásticos da imagem. A ausência total de som é acentuada ulteriormente pelos movimentos das bocas, que pronunciam palavras impossíveis de serem ouvidas, mas somente intuídas através da leitura labial. Garrel coloca literalmente em cena a representação do silêncio como dimensão constitutiva da imagem e do próprio cinema em uma de suas obras experimentais mais bem-sucedidas.
Daquelas concepções que só podem sair de uma mente cheia de titica de galinha. Típico de um diretor que não tem nada a dizer e faz um esforço danado para posar de intelectual e entrega uma bosta desta. Isso aqui é anti-cinema , o que me incomoda ainda mais pelo fato de que eu sou apaixonado por cinema e penso que um suposto diretor de cinema também deveria o ser. Todavia seu filme é uma prova viva de que aquilo que faz do cinema uma arte, o tal do Garrel do alto de sua ignorância, ignora.
Aquele filme que proporciona ao espectador tão pouco contexto que se torna totalmente refém de explicações. Ao invés de extrair impacto de sua poética acaba perdendo força em seu hermetismo. Continha uma ideia forte e delicada, mas é o clássico exemplo de quando o resultado final passa do ponto
Que sinopse desanimadora...
(Poderiam colocar o que o Pietro escreveu aí em baixo)
Silêncio dilacerante...
Uma obra definida como um filme-retrato, no qual os enquadramentos, prevalentemente fixos, capturam as expressões e os olhares dos protagonistas que, em alguns momentos, voltam-se diretamente para a câmera, quase interrogando-a. O rosto silencioso de Jean Seberg é mostrado por Garrel como uma tela porosa, cuja superfície quase transparente reflete as imperfeições e a granulosidade da película, acentuando sua materialidade e, portanto, sua finitude. O silêncio transfere a atenção do espectador para a expressividade dos rostos filmados, com todas suas particularidades e, em geral, para os elementos plásticos da imagem. A ausência total de som é acentuada ulteriormente pelos movimentos das bocas, que pronunciam palavras impossíveis de serem ouvidas, mas somente intuídas através da leitura labial. Garrel coloca literalmente em cena a representação do silêncio como dimensão constitutiva da imagem e do próprio cinema em uma de suas obras experimentais mais bem-sucedidas.