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Data de lançamento
26 Maio 1995Duração
Na beira de uma bela lagoa vive um rapaz, Matt Leland (Chris O'Donnell), que tem o hábito de ver as estrelas com um telescópio. Numa noite ele vê Casey Roberts (Drew Barrymore), uma bela jovem que mora no outro extremo da lagoa. Matt sente-se muito atraído por ela e traça um plano para conhecê-la, atingindo seu objetivo. Porém Matt ignora o fato de que Casey tem acessos de depressão e esteve em várias instituições psiquiátricas, por boa parte da sua vida. O pai dela, Richard (Jude Cicciolella), quer manter a filha em um sanatório, enquanto que sua mãe, Margaret (Joan Allen), quer o melhor para sua filha mas não está certa do que Casey precisa. Após dar um falso alarme de incêndio para falar com Matt sobre uma noite de autógrafos, Casey é novamente internada. Matt a ajuda a fugir do sanatório e, juntos, decidem ir para o México. Entretanto durante a fuga Matt constata que o modo de Casey agir é mais sério do que ele imaginava.
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Achava que era uma comédia romântica adolescente, mas me surpreendi com a história e atuação do casal, inclusive me emocionei com as atitudes vindas da doença da personagem da Drew. As doenças mentais acabam minando muitos relacionamentos.
Achou que trazendo dois queridinhos da época para o protagonismo iria ser sucesso,o resultado é um dos piores possíveis.Tudo genérico e sem emoção.Filme curto que nada se aproveita.
>Assistido em 11 de Fevereiro de 2025
Gostei do filme, uma história interessante, ótima atuaço da Drew.
"Você acenou pra mim. Talvez estivesse se despedindo. "
Amor Louco (Mad Love. EUA, 1995)
Direção: Antonia Bird.
Com: Chris O'Donnell, Drew Barrymore, Joan Allen.
Foi bem curioso rever esse filme. Em sua estreia, 30 anos atrás não me tocou tanto quanto agora.
A diretora inglesa Antonia Bird (que havia feito o incrível "O Padre") fala com delicadeza sobre depressão e perdas num filme que aparentemente é um romance adolescente.
Nossos protagonistas se apaixonam. Ele foi abandonado pela mãe e junto com seu pai cuida dos irmãos gêmeos. Ela é uma garota nova na cidade que tem tendências suicidas por conta de uma depressão profunda.
O longa se passa em Seattle e o filme traz na trilha o rock e o movimento grunge que estava no auge na época, e isso serve de pano de fundo perfeitamente para esboçar o jovem que crescia nos anos 90.
O filme também tem uma fotografia lindíssima em cores quentes que mostram que mesmo na dor esses jovens vivem a paixão que aflora.
É um belo filme.
Disponível na Disney +.
Um filme intenso e lindo, necessária arte, numa época que pouco se falava sobre depressão, saúde mental, suicídio, terapias e medicamentos, e afins, uma geração psiquiátrica recém-saída do tratamento de lobotomia e hospícios, por conta do controverso filme anterior de Antonia (O Padre) reduziram a depressão um caso de transtorno bipolar da protagonista...
Um romance com um plano de fundo poderoso, atuações impecáveis, emociona, deixa o coração quentinho, choca e faz refletir… Muito bom…