Trancados num apartamento, quatros pessoas perambulam e se questionam sobre o amor. o filme é uma conversa do cineasta com o cinema experimental francês do início do século, permeado por um diálogo com LIMITE, de Mário Peixoto.
Sendo bastante franco, quando a sessão começou, não estava gostando muito: parecia um 'making-of' desorganizado, imagens aleatórias (efeito este reforçado pelo fato de a maioria delas ser silenciosa). Pouco a pouco, conexões ambientais com MEMÓRIAS DE UM ESTRANGULADOR DE LOIRAS passaram a ser reveladas. A nudez da Rosa Dias (é ela mesma?) abrilhantou a tela. O recurso escopofílico foi elevado à extrema potência: amei as seqüências com papelão, os desenhos animados captados no escurinho do cinema, o uso de "Nervos de Aço" e "Vingança" em momentos-chave, o desfecho sanguinolento... A seqüência da navalha é chocante e o filme é genial: ao término, quis mais. Fez jus ao título! (WPC>)
Sendo bastante franco, quando a sessão começou, não estava gostando muito: parecia um 'making-of' desorganizado, imagens aleatórias (efeito este reforçado pelo fato de a maioria delas ser silenciosa). Pouco a pouco, conexões ambientais com MEMÓRIAS DE UM ESTRANGULADOR DE LOIRAS passaram a ser reveladas. A nudez da Rosa Dias (é ela mesma?) abrilhantou a tela. O recurso escopofílico foi elevado à extrema potência: amei as seqüências com papelão, os desenhos animados captados no escurinho do cinema, o uso de "Nervos de Aço" e "Vingança" em momentos-chave, o desfecho sanguinolento... A seqüência da navalha é chocante e o filme é genial: ao término, quis mais. Fez jus ao título! (WPC>)