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Data de lançamento
15 Maio 2005Duração
Num dia qualquer Marc (Vincent Lindon) decide tirar o bigode, que é sua marca registrada há anos. Quando Agnès (Emmanuelle Devos), sua mulher, volta das compras, não percebe nada de diferente. Quando ele pergunta a Agnès sobre a retirada do bigode, ela responde que ele nunca teve bigode. O mesmo acontece com os amigos e com os colegas de trabalho: ninguém repara na mudança. Acreditando estar ficando louco, Marc inicia um questionamento sobre a própria existência e os mecanismos do universo.
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Quem começou ficar louco fui eu.
O livro é nada menos do que brilhante.
O filme é muito aquém do esperado.
Faça um favor a si mesmo: leia O bigode.
Eu que fiquei lelé da cuca
Da primeira vez que vi, não gostei. Achei tudo muito jogado e aleatório demais, mas aquele absurdo da história havia me hipnotizado; tanto que nunca o esqueci. Afinal o bigode daquele sujeito existia, sim ou não???
Anos depois, encontro num saldão, o livro em que o filme foi baseado e depois de ler, bateu a curiosidade de rever.
O livro insiste na loucura crescente e na paranoia existencial do personagem, o que no filme (curiosamente dirigido pelo próprio autor) fica diluído demais por conta de pouco mais de 80 minutos de projeção.
O livro, através de suas diversas camadas faz com que a gente se conecte fácil e experimente o pesadelo do personagem e até compre da sua absurda história.
Vincent Lindon e Emanuelle Devos são excelentes, mas foi a adaptação dessa história tão surreal que não caiu bem para o formato.
É quase inadaptável isso.
achei até desesperador
como a falta do bigode vai deixando ele louco com sua frustração em relação a atenção e a ausência de suas palavras para expressar perplexidade em relação a falta de atenção de seu ciclo social em perceber estas mudanças, é algo que vai consumindo seu estado de espírito