Herschel Greenbaum, um operário que imigra para os Estados Unidos em 1920 com sonhos de construir uma vida melhor para sua amada família. Um dia, enquanto trabalhava no seu trabalho de fábrica, ele cai em um tanque de picles e fica salgando por 100 anos. A salmoura o preserva perfeitamente e quando ele surge nos presentes dias em Brooklyn, ele percebe que não envelheceu nem um dia. Mas quando procura sua família, ele fica horrorizado em saber que seu único parente vivo é seu bisneto, Ben Greenbaum, um educado codificador de computadores o qual Herschel não consegue entender.
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“Um Pepino Americano” começa com uma premissa tão absurda quanto curiosa e até rende boas situações de choque cultural, muito bem conduzidas por Seth Rogen em dose dupla. O problema é que o roteiro parece cansar da própria ideia rápido demais e troca a comédia afiada por um humor irregular e pouco inspirado. Entre algumas boas sacadas e longos trechos mornos, o filme acaba funcionando mais como curiosidade do que como uma comédia realmente marcante. Esquecível.
Até que começou bem, meio engraçado, depois fica bobo e piora muito no final.
Eu gostei, quem não gostou assistiu errado!
Além de ser gostoso de assistir, conta com críticas interessantes.
Começo essa avaliação dizendo que odeio Seth Rogen,o que na minha opnião só torna minha avaliação mais honesta, porque incrivelmente, adorei o filme!
Em geral ele é um péssimo ator, mas nesse filme, preciso reconhecer que está brilhante! Ele podia fazer isso mais vezes!
O filme, vai muito além da crítica do sonho americano, faz críticas geracionais, religiosas (como sempre, em tudo o que Rogen faz), e todas são muito bem feitas, mas infelizmente percebo que nem todo mundo que assistiu foi capaz de entender a sutileza da crítica e da moral do filme.
Curti de mais e recomendo que você veja, se gosta de filmes que misturam situações absurdas com situações absurdamente reais.