Compartilhe "AIDS: Aconteceu Comigo" com seus amigos:
Link copiado para a área de transferência!
Sinopse
Um advogado descobre que tem AIDS e se vê obrigado a contar para a família e amigos do trabalho que é homossexual, que está infectado e que sua morte é inevitável, uma vez que a doença, nos anos 80, ainda não tinha tratamento adequado.
Só na chamada batia o desespero. No tempo em que minha mãe ainda se interessava por filmes, esse foi imperdivel para toda família. lembro pouco, precivo revê-lo.
Remexendo o canal You Tube, salvo em minha TV alguns canais de filmes, desenterrei este telefilme que passava bastante no SBT lá no finalzinho dos anos 80 e início dos nos 90. AIDS, Aconteceu Comigo, é um telefilme estadunidense que conta a história de um homem ( Aidan Quinn) que descobre que tem o vírus da AIDS e, com isso, precisará revelar também a sua família sua homossexualidade. O filme retrata fielmente como era doloroso assumir sua sexualidade nos anos 80 e o quão a AIDS era vista com preconceito e medo, visão altamente condenatória as pessoas LGBTQIA+. Um drama honesto, que revela honestamente a dificuldade de uma pessoa ser gay nos anos 80. O filme possui bons diálogos e momentos dramáticos e reflexivos. Envelheceu, claro nalguns aspectos políticos da doença e sexualidade, entretanto, revela-se como um libelo no que se refere a fitas que tratavam sobre a doença. O elenco é excelente!
Lembro quando passou no SBT há muitos anos atrás. O filme retrata bem os primórdios da AIDS. Muito desconhecimento sobre o vírus, sua forma de contaminação e preconceito. Conhecida na época como "a peste gay". Na década de 80 e início dos anos 90 a AIDS assombrava demais. Geração que não se cuidava tanto, frente a um vírus pouco conhecido. Um diagnóstico positivo era uma certidão de óbito antecedida de muito sofrimento. Hoje, com um controle maior da doença, através da evolução dos medicamentos se houve falar bem menos, mas, infelizmente, muita gente ainda se contamina e sofre com o tratamento.
Assistido em 02 de fevereiro de 1993 no cinema em casa sbt. Naquele tempo podia abordar esta temática na TV 📺 neste horário. Interessante, porque na década de 80 e 90 o preconceito era muito grande e a desinformação
IMPRIMATUR - Visto pela primeira vez em 1987:
Só na chamada batia o desespero. No tempo em que minha mãe ainda se interessava por filmes, esse foi imperdivel para toda família. lembro pouco, precivo revê-lo.
Avaliação em nota: 7.0
Remexendo o canal You Tube, salvo em minha TV alguns canais de filmes, desenterrei este telefilme que passava bastante no SBT lá no finalzinho dos anos 80 e início dos nos 90. AIDS, Aconteceu Comigo, é um telefilme estadunidense que conta a história de um homem ( Aidan Quinn) que descobre que tem o vírus da AIDS e, com isso, precisará revelar também a sua família sua homossexualidade. O filme retrata fielmente como era doloroso assumir sua sexualidade nos anos 80 e o quão a AIDS era vista com preconceito e medo, visão altamente condenatória as pessoas LGBTQIA+. Um drama honesto, que revela honestamente a dificuldade de uma pessoa ser gay nos anos 80. O filme possui bons diálogos e momentos dramáticos e reflexivos. Envelheceu, claro nalguns aspectos políticos da doença e sexualidade, entretanto, revela-se como um libelo no que se refere a fitas que tratavam sobre a doença. O elenco é excelente!
01.12.2002
Lembro quando passou no SBT há muitos anos atrás. O filme retrata bem os primórdios da AIDS. Muito desconhecimento sobre o vírus, sua forma de contaminação e preconceito. Conhecida na época como "a peste gay".
Na década de 80 e início dos anos 90 a AIDS assombrava demais. Geração que não se cuidava tanto, frente a um vírus pouco conhecido. Um diagnóstico positivo era uma certidão de óbito antecedida de muito sofrimento. Hoje, com um controle maior da doença, através da evolução dos medicamentos se houve falar bem menos, mas, infelizmente, muita gente ainda se contamina e sofre com o tratamento.
Assistido em 02 de fevereiro de 1993 no cinema em casa sbt. Naquele tempo podia abordar esta temática na TV 📺 neste horário. Interessante, porque na década de 80 e 90 o preconceito era muito grande e a desinformação