Andre the Giant 2018 no Brasil, André o Gigante. Eu sou apenas o primeiro a comentar aqui? Talvez porque, assim como eu, muita gente que não é do nicho do WWE deve não conhecer e nem se interessar por esse documentário, mas tenho certeza que, assim como eu, muitos, ao ver, vão gostar e simpatizar não só com o esporte, mas também com esse gigante, que mais do que isso era uma pessoa extremamente carismática, gentil e cheia de camadas, alguém que carregava um peso emocional tão grande quanto o seu tamanho físico.
História incrível que eu fiquei conhecendo graças a algum post em rede social sobre André, e tive que correr atrás para saber mais sobre essa figura lendária, e o documentário faz um ótimo trabalho em apresentar quem ele foi além dos ringues, mostrando sua trajetória desde a França até se tornar um fenômeno mundial do entretenimento, um homem que chegou a medir cerca de 2,24m de altura e pesar mais de 230kg em seu auge, algo que naturalmente chamava atenção por onde passava, mas que também o transformava em alguém constantemente observado e, muitas vezes, incompreendido. Ao mesmo tempo que é grandioso quem ele foi profissionalmente, é triste a melancolia da sua vida, com a adaptação e a exclusão ao viver em um mundo não adaptado para ele e onde muitos o viam como atração, mas não como um ser humano como todos, e o documentário deixa isso muito claro ao mostrar as dores físicas causadas pelo gigantismo, as dificuldades simples do dia a dia e a solidão que muitas vezes acompanhava alguém que parecia maior que a vida, mas que por dentro também queria momentos comuns e anônimos, algo quase impossível devido à sua presença gigantesca e à fama mundial.
Legal também a participação do grande Hulk Hogan, outra lenda que eu já conhecia visualmente, pois ele é impossível não reconhecer, mesmo você não sendo do nicho, mas foi interessante se aprofundar mais um pouco sobre a história e, principalmente, onde a história dos dois se entrelaçam, especialmente na construção daquele momento icônico da luta na WrestleMania que marcou gerações e ajudou a consolidar o wrestling como espetáculo global. Hogan é uma lenda e, pelo pouco que vi, parecia ser um grande homem e muito humilde, além de amigo de verdade de André, e os relatos presentes ajudam a humanizar ainda mais o gigante, mostrando bastidores, respeito e a relação quase fraterna que existia entre eles, algo que reforça como André era querido por muitos colegas, apesar de carregar um ar solitário fora dos holofotes.
O documentário é competente ao equilibrar entrevistas emocionais, imagens de arquivo e histórias pessoais que revelam tanto o mito quanto o homem por trás da persona, alguém que podia ser divertido, generoso e engraçado, mas que também enfrentava dores constantes, limitações físicas e uma sensação de deslocamento permanente. No fim, eu senti que não assisti apenas a um material sobre luta livre, mas a um retrato humano e sensível de alguém único, que viveu entre a admiração pública e a solidão privada, e que, mesmo sendo um dos maiores nomes da cultura pop esportiva, também era alguém que, em muitos momentos, só queria passar despercebido e viver como qualquer pessoa comum, algo que para ele infelizmente nunca foi realmente possível.
Andre the Giant morreu em 1993, aos 46 anos, de insuficiência cardíaca, enquanto estava na França para o funeral do pai, e que ele foi induzido ao Hall da Fama da WWE como o primeiro homenageado, deixando um legado gigante no wrestling e na cultura pop.
Andre the Giant 2018 no Brasil, André o Gigante. Eu sou apenas o primeiro a comentar aqui? Talvez porque, assim como eu, muita gente que não é do nicho do WWE deve não conhecer e nem se interessar por esse documentário, mas tenho certeza que, assim como eu, muitos, ao ver, vão gostar e simpatizar não só com o esporte, mas também com esse gigante, que mais do que isso era uma pessoa extremamente carismática, gentil e cheia de camadas, alguém que carregava um peso emocional tão grande quanto o seu tamanho físico.
História incrível que eu fiquei conhecendo graças a algum post em rede social sobre André, e tive que correr atrás para saber mais sobre essa figura lendária, e o documentário faz um ótimo trabalho em apresentar quem ele foi além dos ringues, mostrando sua trajetória desde a França até se tornar um fenômeno mundial do entretenimento, um homem que chegou a medir cerca de 2,24m de altura e pesar mais de 230kg em seu auge, algo que naturalmente chamava atenção por onde passava, mas que também o transformava em alguém constantemente observado e, muitas vezes, incompreendido. Ao mesmo tempo que é grandioso quem ele foi profissionalmente, é triste a melancolia da sua vida, com a adaptação e a exclusão ao viver em um mundo não adaptado para ele e onde muitos o viam como atração, mas não como um ser humano como todos, e o documentário deixa isso muito claro ao mostrar as dores físicas causadas pelo gigantismo, as dificuldades simples do dia a dia e a solidão que muitas vezes acompanhava alguém que parecia maior que a vida, mas que por dentro também queria momentos comuns e anônimos, algo quase impossível devido à sua presença gigantesca e à fama mundial.
Legal também a participação do grande Hulk Hogan, outra lenda que eu já conhecia visualmente, pois ele é impossível não reconhecer, mesmo você não sendo do nicho, mas foi interessante se aprofundar mais um pouco sobre a história e, principalmente, onde a história dos dois se entrelaçam, especialmente na construção daquele momento icônico da luta na WrestleMania que marcou gerações e ajudou a consolidar o wrestling como espetáculo global. Hogan é uma lenda e, pelo pouco que vi, parecia ser um grande homem e muito humilde, além de amigo de verdade de André, e os relatos presentes ajudam a humanizar ainda mais o gigante, mostrando bastidores, respeito e a relação quase fraterna que existia entre eles, algo que reforça como André era querido por muitos colegas, apesar de carregar um ar solitário fora dos holofotes.
O documentário é competente ao equilibrar entrevistas emocionais, imagens de arquivo e histórias pessoais que revelam tanto o mito quanto o homem por trás da persona, alguém que podia ser divertido, generoso e engraçado, mas que também enfrentava dores constantes, limitações físicas e uma sensação de deslocamento permanente. No fim, eu senti que não assisti apenas a um material sobre luta livre, mas a um retrato humano e sensível de alguém único, que viveu entre a admiração pública e a solidão privada, e que, mesmo sendo um dos maiores nomes da cultura pop esportiva, também era alguém que, em muitos momentos, só queria passar despercebido e viver como qualquer pessoa comum, algo que para ele infelizmente nunca foi realmente possível.
Andre the Giant morreu em 1993, aos 46 anos, de insuficiência cardíaca, enquanto estava na França para o funeral do pai, e que ele foi induzido ao Hall da Fama da WWE como o primeiro homenageado, deixando um legado gigante no wrestling e na cultura pop.
Assistido em 07/02/2026