Angel on My Shoulder (1946), no Brasil Eu e o Sr. Satã, é excelente. Quem não mudaria por Anne Baxter? Aí fica fácil, essa mulher é um deleite visual. Mas, deixando isso de lado, excelente atuação de Eddie Kagle (Paul Muni), com uma transição de comportamento e personalidade do personagem muito bem construída. Eddie Kagle (Paul Muni) é um personagem forte, com opinião formada e decidido, com muita disposição, mesmo que use tudo isso para maquinar o mal, mas ainda assim não deixa de ser um personagem bem desenvolvido e interessante.
A forma como Eddie Kagle (Paul Muni) escapa de todas as armadilhas do Mefistófeles (Claudio Rains) é excelente, às vezes por seu jeito, às vezes por mais sorte do que juízo. Todas as situações que o Diabo (Claudio Rains) prepara para ele, Eddie Kagle (Paul Muni) dá um jeito de contornar, desde a do discurso, passando pela trama com Rosie (Marion Martin), até o desfecho envolvendo Smiley (Hardie Albright). Esse jogo constante de gato e rato entre Eddie Kagle (Paul Muni) e Mefistófeles (Claudio Rains) é um dos grandes trunfos do filme.
Excelente atuação do trio principal: Barbara (Anne Baxter), Eddie Kagle (Paul Muni) e Mefistófeles (Claudio Rains), que sustentam a narrativa com carisma, presença e ótimo entrosamento em cena.
A trama sobre Mefistófeles/Nick (Claudio Rains) me lembrou o conto de Fausto, que eu vim a conhecer nas antigas através do Chapolin, o que dá um charme extra a essa releitura cinematográfica.
O final foi certeiro. Pensei que em algum momento eles deixariam Eddie Kagle (Paul Muni) ser feliz e ficar com Barbara (Anne Baxter) e tudo o que pertencia ao Juiz Parker (Paul Muni), mas, ao mesmo tempo, eu pensava que seria muito injusto fazer isso com o Juiz Parker (Paul Muni), já que ele era um homem bom e não merecia isso.
Fiquei ansioso para ver o que o final nos reservaria, já que poderia pôr todo o progresso do filme a perder, porém ele foi muito bem encerrado e achei totalmente coerente com tudo o que tinha acontecido até então.
Paul Muni interpreta Eddie , um mafioso que foi assassinado e ao chegar no inferno encontra-se com o diabo (Claude Rains DIVINOOO) que lhe propõe voltar à terra, no corpo de um juiz, e fazer um servicinho pra ele. Só que os planos não dão certo quando Eddie se apaixona pela noiva do juiz (Anne Baxter). Um filme pouco conhecido, mas que traz essa dupla incrível de atores. Li que os bastidores pegaram fogo, pois houve desentendimentos entre o diretor e Muni. Esse tema espiritualidade sempre chama a atenção, e o interessante é como eles colocam o inferninho tradicional, com diabinho, fogo, e diante disso tudo, a figura do Claude Rains até que é de um diabinho bom. Ótimo filme.
Angel on My Shoulder (1946), no Brasil Eu e o Sr. Satã, é excelente. Quem não mudaria por Anne Baxter? Aí fica fácil, essa mulher é um deleite visual. Mas, deixando isso de lado, excelente atuação de Eddie Kagle (Paul Muni), com uma transição de comportamento e personalidade do personagem muito bem construída. Eddie Kagle (Paul Muni) é um personagem forte, com opinião formada e decidido, com muita disposição, mesmo que use tudo isso para maquinar o mal, mas ainda assim não deixa de ser um personagem bem desenvolvido e interessante.
A forma como Eddie Kagle (Paul Muni) escapa de todas as armadilhas do Mefistófeles (Claudio Rains) é excelente, às vezes por seu jeito, às vezes por mais sorte do que juízo. Todas as situações que o Diabo (Claudio Rains) prepara para ele, Eddie Kagle (Paul Muni) dá um jeito de contornar, desde a do discurso, passando pela trama com Rosie (Marion Martin), até o desfecho envolvendo Smiley (Hardie Albright). Esse jogo constante de gato e rato entre Eddie Kagle (Paul Muni) e Mefistófeles (Claudio Rains) é um dos grandes trunfos do filme.
Excelente atuação do trio principal: Barbara (Anne Baxter), Eddie Kagle (Paul Muni) e Mefistófeles (Claudio Rains), que sustentam a narrativa com carisma, presença e ótimo entrosamento em cena.
O final foi certeiro. Pensei que em algum momento eles deixariam Eddie Kagle (Paul Muni) ser feliz e ficar com Barbara (Anne Baxter) e tudo o que pertencia ao Juiz Parker (Paul Muni), mas, ao mesmo tempo, eu pensava que seria muito injusto fazer isso com o Juiz Parker (Paul Muni), já que ele era um homem bom e não merecia isso.
Assistido em 11/01/2026
É sempre um prazer ver Paul Muni na tela! E Claude Rains arrasa nesse filme. Amo os dois!
Filme 084/2025
Paul Muni interpreta Eddie , um mafioso que foi assassinado e ao chegar no inferno encontra-se com o diabo (Claude Rains DIVINOOO) que lhe propõe voltar à terra, no corpo de um juiz, e fazer um servicinho pra ele. Só que os planos não dão certo quando Eddie se apaixona pela noiva do juiz (Anne Baxter).
Um filme pouco conhecido, mas que traz essa dupla incrível de atores. Li que os bastidores pegaram fogo, pois houve desentendimentos entre o diretor e Muni. Esse tema espiritualidade sempre chama a atenção, e o interessante é como eles colocam o inferninho tradicional, com diabinho, fogo, e diante disso tudo, a figura do Claude Rains até que é de um diabinho bom. Ótimo filme.