Rocky e Jerry cresceram juntos no violento bairro nova-iorquino de Hell’s Kitchen. Rocky acaba no reformatório e vira um criminoso de primeira linha, enquanto Jerry vira padre e tenta evitar que meninos sigam o caminho do crime.
- que pedrada! não esperava que iria vir com esse soco no estômago - tava esperando mais um filme policial noir, mas o rocky, magistralmente interpretado cagney, me surpreendeu demais, baita personagem - aqueles bandidos carismáticos, impossível não torcem por ele, principalmente após ver como os cidadãos de bem e a polícia são todos corruptos - massa demais ele se livrando de todas as armadilhas e usando a esperteza contra os outros e sem falar na bonita amizade com o padre - mas o final é de longe a melhor parte, incrível, foi mesmo um herói no final, tudo para dar uma chance para as crianças
A interpretação de James Cagney é tão boa que faz uma Lenda como Humphrey Bogart ser apena um mero coadjuvante, um ótimo filme, que merecia ser mais conhecido pela geração atual e pelas futuras.
Cagney era tão a cara do gangster dos anos 30, que beirava o estereótipo: ninguém personificava tão bem quanto ele, aqui na típica do história do "escolhi o caminho errado x escolhi o caminho certo". Apesar do enredo apressado, é um bom filme e o epílogo seguia a cartilha do New Deal:
Filme gângster feito durante o código de censura e isso é notório durante toda a sua duração e principalmente no final. Os filmes gângsters do Pre-Code, sempre glamorizavam os bandidos e acabavam passando para o público a ideia de que o crime compensava. Com a censura, tudo isso caiu por terra e era quase didático o esforço do código moral em mostrar nos filmes os gângsters vilanizados ao máximo.
- que pedrada! não esperava que iria vir com esse soco no estômago
- tava esperando mais um filme policial noir, mas o rocky, magistralmente interpretado cagney, me surpreendeu demais, baita personagem
- aqueles bandidos carismáticos, impossível não torcem por ele, principalmente após ver como os cidadãos de bem e a polícia são todos corruptos
- massa demais ele se livrando de todas as armadilhas e usando a esperteza contra os outros e sem falar na bonita amizade com o padre
- mas o final é de longe a melhor parte, incrível, foi mesmo um herói no final, tudo para dar uma chance para as crianças
"Socorro! Eu não quero morrer" James Cagney, a caminho da cadeira elétrica, fingindo medo para decepcionar os meninos que o idolatravam.
A interpretação de James Cagney é tão boa que faz uma Lenda como Humphrey Bogart ser apena um mero coadjuvante, um ótimo filme, que merecia ser mais conhecido pela geração atual e pelas futuras.
Cagney era tão a cara do gangster dos anos 30, que beirava o estereótipo: ninguém personificava tão bem quanto ele, aqui na típica do história do "escolhi o caminho errado x escolhi o caminho certo". Apesar do enredo apressado, é um bom filme e o epílogo seguia a cartilha do New Deal:
há sempre de se fazer o correto
Filme gângster feito durante o código de censura e isso é notório durante toda a sua duração e principalmente no final. Os filmes gângsters do Pre-Code, sempre glamorizavam os bandidos e acabavam passando para o público a ideia de que o crime compensava. Com a censura, tudo isso caiu por terra e era quase didático o esforço do código moral em mostrar nos filmes os gângsters vilanizados ao máximo.