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Data de lançamento
5 Dez. 2013Duração
Raje Bauji é um homem com quase sessenta anos vivendo uma vida triste, porém agitada numa pequena casa na velha Délhi, onde ele mora com a sua extensa família. Um incidente aleatório vai mudar a sua vida de uma forma dramática embora ele não perceba no momento. A flha do Bauji tem saído com um rapaz de má reputação. Quando esse fato é revelado para a família, depois de muita deliberação, eles decidem fazer o óbvio, prender a garota em casa e dar uma surra no rapaz obstinado. Trata-se de um divertido velho caminho para este homem, este velho tolo e insensato.
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Quem acompanha a produção "hollywoodiana" sabe bem que reflexões e críticas sociais também fazem parte do cardápio colorido do cinema daquele país. E uma das qualidades das produções pras telonas hindi é a ousadia que outras nacionalidades não se permitem. Este "Ankhon Dekhi", algo como "A olhos vistos", ganha na originalidade do roteiro, qualidade encontrada também em "Madaari", até esta data, ambos disponíveis na Netflix. Em "Ankon", um equívoco sobre a personalidade do futuro genro leva um homem a questionar todas as "verdades" de sua vida. Não dá pra falar muito, mas vale muito a pena alcançar o fim do filme, simplesmente poético.
Qual o limite entre loucura e sanidade quando se trata de ser coerente com aquilo em que se acredita? Devemos acreditar naquilo que vivenciamos ou no que reproduzimos pois assim foi dito?
Este filme mostra os desafios de uma família indiana diante das ideias mirabolantes do patriarca da família, com muito bom humor através de muita conversa ou conversa alguma. Um destaque para a boa representação da cultura indiana, apesar de eu nunca ter ido a Índia rs.
Um homem de meia idade, influenciado pelos outros, quase comete uma injustiça, e após isso, resolve acreditar só no que os seus olhos vêem. Esse ceticismo e as atitudes dele parecem besta, levando em consideração que o homem já tem uma idade avançada, mas o filme até desenrola bem o lado bom e a problemática dessa resolução. O final me pegou de surpresa.
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Achei bonito o momento em que ele cura o menino que não parava de falar há 3 dias.
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