A vida de duas garotas solitárias e apaixonadas que decidem se isolar numa fazenda no interior do Canadá. Os problemas começam quando uma delas inicia secretamente um caso amoroso com um homem.
Co-produção anglo-canadense-estadunidense em DeLuxe Color que é um drama indicado ao Oscar de melhor trilha sonora original; no Globo de Ouro, mais 4 nomeações: melhor diretor, melhor atriz de drama, Anne Heywood, e melhor roteiro, vencendo o de melhor filme estrangeiro em língua inglesa; no Grammy Awards foi indicado a melhor trilha sonora original escrita para um filme ou especial de televisão. O filme foi vagamente baseado na novela homônima de 1923 de DH Lawrence (1885-1930). Filmado em Ontário, no Canadá.
Parte de um ciclo de adaptações filmadas para o cinema no final dos anos 60 de estórias de DH Lawrence. Os filmes incluem Apenas uma mulher (67), Mulheres apaixonadas (69) e A virgem e o cigano (70). Foi o 1° longa-metragem dirigido por Mark Rydell. Uma versão da novela de DH Lawrence que atualiza a estória desde o período da Primeira Guerra Mundial até a década de 60; move a ação da Inglaterra para o Canadá; mudando o cenário da Inglaterra de 1918 para o Canadá contemporâneo. A 1° aparição da inglesa Anne Heywood em um filme americano.
A atuação é excelente, assim como a fotografia deslumbrante. O tratamento de todas as diversas cenas “polêmicas” tende a ser mais comovente do que sensacional. Um drama de suspense de quase 2 horas com apenas 3 atores em cena era algo louvável desde aqueles tempos, imaginem nos tempos atuais. Por mais partes lentas que tenha, isso não influi em nada (negativamente falando), pois a trama tem ação, suspense, imprevisibilidade, bons diálogos e uma bela atuação de Sandy Dennis (1937-1992),
Produção canadense com cara de cinema europeu. Em uma época em que a homossexualidade ainda era um tabu no cinema, é corajosa ao mostrar o relacionamento amoroso de duas mulheres. A paisagem fria, muita neve, muito branca, deixa uma sensação melancólica, na qual era latente a solidão e o isolamento das duas. A tal raposa do título, talvez fosse uma metáfora sobre a presença masculina que interfere no relacionamento das duas mulheres, ele próprio seria a "raposa" atacando a harmonia do relacionamento como o animal atacava o galinheiro da fazenda. Ritmo lento, contemplativo, com final inesperado.
Co-produção anglo-canadense-estadunidense em DeLuxe Color que é um drama indicado ao Oscar de melhor trilha sonora original; no Globo de Ouro, mais 4 nomeações: melhor diretor, melhor atriz de drama, Anne Heywood, e melhor roteiro, vencendo o de melhor filme estrangeiro em língua inglesa; no Grammy Awards foi indicado a melhor trilha sonora original escrita para um filme ou especial de televisão. O filme foi vagamente baseado na novela homônima de 1923 de DH Lawrence (1885-1930). Filmado em Ontário, no Canadá.
Parte de um ciclo de adaptações filmadas para o cinema no final dos anos 60 de estórias de DH Lawrence. Os filmes incluem Apenas uma mulher (67), Mulheres apaixonadas (69) e A virgem e o cigano (70). Foi o 1° longa-metragem dirigido por Mark Rydell. Uma versão da novela de DH Lawrence que atualiza a estória desde o período da Primeira Guerra Mundial até a década de 60; move a ação da Inglaterra para o Canadá; mudando o cenário da Inglaterra de 1918 para o Canadá contemporâneo. A 1° aparição da inglesa Anne Heywood em um filme americano.
A atuação é excelente, assim como a fotografia deslumbrante. O tratamento de todas as diversas cenas “polêmicas” tende a ser mais comovente do que sensacional. Um drama de suspense de quase 2 horas com apenas 3 atores em cena era algo louvável desde aqueles tempos, imaginem nos tempos atuais. Por mais partes lentas que tenha, isso não influi em nada (negativamente falando), pois a trama tem ação, suspense, imprevisibilidade, bons diálogos e uma bela atuação de Sandy Dennis (1937-1992),
cujo personagem teve um final inesperado e trágico.
Que bosta patriarcal, hein?
para concordar com o comentário abaixo, realmente é uma fábula sobre heterossexualidade compulsória.
Produção canadense com cara de cinema europeu. Em uma época em que a homossexualidade ainda era um tabu no cinema, é corajosa ao mostrar o relacionamento amoroso de duas mulheres.
A paisagem fria, muita neve, muito branca, deixa uma sensação melancólica, na qual era latente a solidão e o isolamento das duas.
A tal raposa do título, talvez fosse uma metáfora sobre a presença masculina que interfere no relacionamento das duas mulheres, ele próprio seria a "raposa" atacando a harmonia do relacionamento como o animal atacava o galinheiro da fazenda.
Ritmo lento, contemplativo, com final inesperado.
Uma fábula sobre heterossexualidade compulsória.
PS: Queria muito rever, pois vi há muito tempo, mas não consigo achar. Se alguém achar por favor me avisa/manda o link.