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Data de lançamento
2 Set. 2011Duração
Oficialmente, a Apollo 17 foi a última missão tripulada à Lua, tendo sido lançada em 17 de dezembro de 1972. Só que, um ano depois, foi enviado ao satélite uma missão sigilosa, a Apollo 18. Apenas dois astronautas foram enviados e ambos não sabiam o que estavam por enfrentar. Quando um deles encontra um capacete rachado em pleno solo lunar eles percebem que há algo de errado ali.
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A ideia é boa, mas a forma como foi executada não me agradou, não sou fã desse género de filme, acho q só assisti dois assim até hoje e odiei ambos. Até quando apareceu em Supernatural com os "Ghostfacers" não achei muito agradável. Além disso o filme não explica nada.
muita gente vai achar esse filme uma porra por ser found footage e outros defeitos q tem 👍 mas como um fã do gênero found footage, terei de dizer q é muito bem dirigido! assisti esse filme no cinema na época com o meu pai e sempre achei muito daora :) filme bom
Proposta até que interessante, mas no geral achei bem chato e monótono. Tem um certo nível de tensão e mistério, mas nada que prenda a atenção.
Sob direção de Gonzalo López-Gallego, espanhol em sua primeira incursão hollywoodiana, a película até que possui um início promissor. As imagens envelhecidas se unem a uma edição cheia de erros propositais que convencem em sua constante luta por verossimilhança. Depoimentos dos astronautas enviados na missão contribuem para dar à fita um aspecto ainda mais semelhante a um documentário. A direção de atores também merece elogios ao trazer atuações naturais, com seus improvisos e diálogos curtos de pouca relevância.
Ao decolar em direção à Lua, no entanto, a mise-en-scène se perde. Utilizando a justificativa, pelo roteiro, de que a missão tem como ordem o registro de absolutamente tudo o que acontecer com os astronautas, o diretor distribui câmeras por todos os lados, dando a seus personagens uma questionável capacidade de filmar sem grandes tremedeiras ou desfoques. O mistério, então, deixa de existir e passamos a ter acesso às mesmas imagens dos protagonistas, fazendo desaparecer qualquer busca por tensão que o longa tenta instalar em seu ato final.
Por isso mesmo, “Apollo 18” transforma-se tanto em um fraco mocumentário como em um decepcionante terror. Conta-se nos dedos de uma mão as vezes em que tomamos susto. Chega a incomodar a falta de ousadia do diretor em fugir de um exigível realismo e cair em um didatismo que satisfará o público comum, mas que fará os mais exigentes reclamarem por terem tudo ao seu alcance, por conseguirem suas respostas muito facilmente. São tantas câmeras em tantos espaços diferentes que a edição pode escolher uma variação de tomadas que favorece o ritmo, mas que contradiz por completo as intenções cinematográficas do longa.
O roteiro de Brian Miller também não coopera. Por mais que suas ideias “sobrenaturais” soem originais, permitindo-se fugir de padrões estéticos tão recorrentes quando o assunto é cinema, a trama não convence como construção histórica, dando a seus personagens uma inocência nada aceitável para profissionais de tamanha especialidade. Miller falha ainda em seu desfecho clichê e de pouca emoção que leva a um encerramento que ainda permite-se dar satisfações “oficiais” para a missão.
A ideia é boa. Mas que só queria ver uns bichão na lua.
No fim vale pelos ultimos 20 minutos.
Quem inventou o found footage deveria tomar cicuta.